Jornal dos Desportos

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Futebol

No h relao entre esses valores e o jogo

Paulo Caculo - 26 de Abril, 2018

Benfica aconselha Conselho de Disciplina a investigar convenientemente o caso

Fotografia: Jos Soares |Edies Novembro

A fonte do Benfica de Luanda que reagiu ao \"caso\" de alegada corrupção, que envolve os antigos vice-presidentes do clube (Carlos Brecha e Mário Rocha) e a árbitra Marximina Bernardo, assegura ser quase impossível relacionar o depósito do referido montante na conta bancária da juíza, com o jogo entre o União Sport Clube do Uíge e o Benfica de Luanda, disputado a 1 de Março de 2014, na segunda jornada, quando o depósito foi feito 30 dias antes.

“Como é que o Benfica sabia um mês antes, quem ia ser o árbitro do seu jogo? Aqui, não há relação nenhuma entre os valores e o jogo. Quem pode saber das reais motivações, é apenas a pessoa que mandou fazer o depósito. E, mais: o campeonato estava  a começar, não havia razões para se corromper árbitros e o Benfica não apostava no título do Girabola, nesse ano”, e acrescentou: 

“Este depósito foi feito um mês antes do referenciado jogo entre o União do Uíge e o Benfica de Luanda, facto que contraria a ideia de que este valor tinha como propósito, corromper a árbitra Marximina Bernardo, na segunda jornada do Girabola de 2014”, reiterou a fonte do clube das águias.

A fonte do clube das águias garante que em devida altura, o Benfica de Luanda vai fazer o seu pronunciamento oficial, de formas a repôr a verdade desportiva.