Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Futebol

Palancas asseguram "Quartos"

MATIAS ADRIANO I AGADIR - 25 de Janeiro, 2018

Palancas Negras mesmo com empate atingiram os quartos-de-final do CHAN do Marrocos

Fotografia: CAF.com

Angola, ao empatar, ontem (0-0), com o Congo Brazzaville, em jogo da terceira jornada do Grupo C do CHAN´2018, que decorre no Marrocos, apurou-se para os quartos-de-final da prova, onde agora, no próximo domingo, vai defrontar as fortes Águias na Nigéria. Tratou-se de um jogo sem grande qualidade técnica, sem muitas acções ofensivas, pois a ostensiva contenção, em jogo jogado, de ambas selecções, pareceu deixar claro que o empate era o ideal porque qualificava-as para os "quartos".Aos 14 minutos o jogo estava estabilizado  parte a parte. Faltava aos angolanos acentuado jogo ofensivo. Mano Calesso à direita esquerda e Job à esquerda faltavam acertar. O primeiro, do qual se esperava muito por ter entrado de início, esteve longe dos lances que sabe fazer; não se lhe viu a executar passes de  bolas profundas. Estava a falhar. E ao Job sobrou ou sobrava o seu jogo rápido que ainda não acontecia.
No meio campo angolano estava a faltar algo mais, tal como no corredor central e nas laterais dos palancas Negras. Foi apenas Manguxi aos 16 minutos que, individualmente, deu um sinal de perigo ofensivo ao rematar ao lado da baliza contrária.
Esta acção, em remate forte e cruzado, que não atingiu no entanto o alvo. Assustou unicamente o adversário, um adversário que, em resposta, contava muito com a boa movimentação de Makisse.
Trata-se de um dianteiro esgueirava-se muito bem no lado esquerdo do ataque da sua equipa, onde o defensor angolano Mabiná era o seu policia, dando-o muita  luta nas posse de bola e jogadas que recebia e distribuía . De Makiesse, o Nari , outro defesa angolano de boa altura, "sacudiu" o grande perigo para a baliza angolana.
Digamos que  Angola, até aos 25 minutos, estava com uma grande força: muito controlo de bola, bom meio campo, boa defesa. Tinha, por exemplo, 45 por cento de posse de bola e o Congo Brazzaville apenas 25.
 Só sobrava mesmo fazer o mais importante nos 12 metros finais do campo adversário. O golo ou golos não aconteceram, de modo que os Palancas Negras foram ao intervalo com a obrigação de pensar que o seu controlo territorial ( 58 por cento a seu  favor e 42 para o Congo Brazzaville) tinha de, na segunda parte, traduzir-se em números, e não apenas no 0-0 com que selou a primeira parte.
Aliás, sabias os Palancas que o Burkina Faso, noutro campo, marcou (1-0) aos Camarões, o que já comprometia, até ali, a qualificação de Angola ao quartos-de-final, devido àquele 0-0 na primeira metade de jogo frente a um Congo Brazzaville, que tem jogadores com boa leitura táctica do opositor. Os congoleses apenas viram nesta etapa um amarelo exibido pelo árbitro Mustaphaa Bissiki, aos 37 minutos.

SEGUNDA PARTE

Na reatamento, o seleccionador angolano Srdjan Vasiljevi, não mexeu na equipa inicial, apenas colocou  Mano Calesso na esquerda e Job à direita, a ver se a "maquina atacante" funcionasse melhor,  o que pareceu não resultar de imediato, pois, Angola tardava chegar à baliza de Moko.
Manguxi, ineficiente, desacertado e nervoso recebeu um cartão amarelo aos sessenta (60) minutos, para 8 minuto depois Fofo sair e Kaporal entrar e jogar 26 minutos, pois no jogo anterior contra o Camarões apenas actuou um minuto.
Os Palancas, depois de se aperceberem do empate dos Camarões com o Burkina fasso (1-1), já só precisavam já de um controlo emotivo porque chegou aos 70 minutos de jogo a jogar como entrou na primeira e segunda parte, misto é sem possibilidade de jogar com qualidade do meio campo à área restritiva congolesa.
Vá entrou para o lugar de Job a faltar dez minutos do final com a finalidade de manter a estabilidade defensivo.
De resto, ficou a lição de até ao próximo domingo os Palancas terão de melhorar a qualidade do seu jogo. Com apenas um golo marcado (0-0 diante do Burkina Faso; 1-0, sobre os Camarões, e 0-0 ontem diante do Congo Brazzaville) há muito trabalho por fazer em todos os sectores da equipa. O facto de ter ficado sem segundo lugar com 5 pontos, atrás, portanto do Congo (7), não significa sucesso.

ARBITRAGEM
Jogadores sob apertado controlo


Apesar de, quer na primeira, quer na segunda, se registar alguma virilidade por parte dos jogadores das duas selecções, o árbitro principal, Mustapha Ghorbal (Argélia) e o seus auxiliares, Mokrane Gourari (Argélia) e Sidiki Sidibe (Guiné Conacri), conseguiram controlar, disciplinarmente, o jogo. Do ponto de vista técnico estiveram em cima de todas as jogadas e lances, assinalando os cantos e faltas verificadas, do mesmo modo que mostrama frescura física em termos fisicos. Portanto foram justos e oportunos os cartões exibidos aos congoleses Bissiki ( aos 37’), Botamba (64’), Mouzita (89’) e ao angolano Manguxi (60’).

BERTHLEMY GATSONO
“Queria continuar em Agadir”


O seleccionador do Congo reconheceu o trabalho que Angola deu à sua equipa no jogo  e disse que os Palancas Negras têm futebol para irem mais longe neste campeonato. "Defrontamos uma equipa forte e o resultado para nós acaba por ser satisfatório. Como o curso do jogo mostrou podíamos ter ganho como também podia ganhar Angola. Mas estamos satisfeitos com a qualificação"
Berthlemy Gatsono disse que o objectivo da sua equipa era continuar em Agadir e foi por este objectivo que se bateram, mesmo tendo entrado já para o jogo qualificados."Nós desde que vencemos o jogo da segunda jornada metemos na cabeça que continuaríamos aqui em Agadir até aos quartos”.

SRDJAN VESELJEVIC
“Temos de pensar alto”


O seleccionador nacional, Srdjan Vasiljevic, mostrou-se ontem no final do jogo com o Congo num homem satisfeito. O técnico disse que a equipa cumpriu o objectivo. Mas venceu apenas uma batalha, pela frente se desenham outros desafios. "Estamos satisfeitos com o resultado que tivemos na primeira fase, continuo a dar mérito aos meus jogadores, que têm sido fantásticos"
O técnico, disse que vai se concentrar agora na preparação do jogo dos quartos-de-final que será contra a Nigéria. "Vamos ter agora a seguir a Selecção da Nigéria, que também é um forte adversário. Mas estou tranquilo porque vou ter quatro dias para recuperar fisicamente os jogadores e tentarmos passar o próximo jogo. No resto estamos a ir bem “.

CHAN'2018
Surpresas marcam a primeira fase


Chegados a meio do campeonato, com o desfecho da fase de grupos, a conclusão a que somos levados, é que ainda há uma distância, em termos de valores, entre o CAN e o CHAN. É certo que são competições com especificidades diferentes, assim, não se equiparam. Todavia, escapa a sensação de que os países, os governos neste caso, não dão igual importância a este torneio.
De resto, temos constatado que as equipas, mesmo as de topo do futebol africano, não aparecem nesta competição com a ambição que levam para o CAN, e isto, remonta à primeira edição que se disputou em 2009, na Costa do Marfim, com a selecção anfitriã a ficar em último no seu grupo na fase inicial.
Existem outros exemplos, como é  facto do campeão em título não se apurar para discutir o troféu. No caso de Angola, por exemplo, nunca venceu os Camarões em jogo do CAN, fê-lo em 2011 no Sudão, e agora em Marrocos. Por aí vale parar e reflectir sobre a importância que se atribui a este campeonato.
Se calhar, deve ser preciso valorizar mais o esforço da Confederação Africana de Futebol, porque neste aspecto não se nota diferença entre CAN e CHAN. A organização é séria e responsável, dispõe dos mesmos meios e das mesmas modalidades de trabalho. Por aí, entendemos que o nível competitivo deve compensar o investimento.
FACTOS
Quando a prova entrou  na segunda jornada, qualquer observador atento podia fazer uma leitura perspectiva, quase certa de como iam ficar os grupos. E, nesta altura, já algumas selecções consagradas tinham a sentença ditada. Outras, suspensas por um fio, tinham algumas probabilidades de salvação. As selecções dos Camarões e da Costa do Marfim constituem o exemplo mais aberrante.
Sabemos que o que potencia algumas selecções, são as suas estrelas que evoluem em outros campeonatos, na Europa, sobretudo. Ainda assim, esperava-se um pouco mais, e não uma prestação  ruim como a que se constatou. Se rebuscarmos as sondagens feitas na véspera da prova, os Camarões aparecem no topo.
Honras sejam rendidas a Marrocos, que desde a primeira hora se assumiu como um verdadeiro adversário, relativamente às outras equipas a ter em conta. Não se sabe ao certo, se quis evidenciar  o estatuto de mundialista que em Junho vai desfilar nos palcos da Rússia, ou de anfitrião da prova. Todavia, Jamal Sellami e seus rapazes estão a valorizar a competição.
A Nigéria, por exemplo, também não se lhe aponta o dedo, por  não minimizar a prova. Apanhou algum susto, mas  reergueu-se e fez jus ao seu estatuto. De entre  o Ruanda, Guiné Equatorial e Líbia, as "Águias Verdes" eram indubitavelmente a selecção mais consagrada.
No Grupo B, com a Zâmbia, Namíbia e Uganda,  a selecção da Costa do Marfim era o senhor de quem se esperava. Mas a chegar  como chegou, acabou por não mostrar o gigantismo de um elefante que se preze. Sabemos que competição é isto mesmo, continuam em prova os fortes, contudo, às vezes quando os grandes deixam o caminho aos pequenos, então, fica beliscada a expressão da prova.
Vamos esperar que a Nigéria e o Marrocos aguentam e venhamos a ter uma ponta final de torneio com algum suspense, não se pretende com isto dizer que as equipas fora deste julgamento que se revelarem eficazes e maduras, não possam disputar a final. Entretanto, é preciso que as selecções encarem o CHAN como qualquer outra competição.
Pois, e não é falta de orgulho próprio, se Angola e Camarões se cruzem nos próximos meses, para um jogo de carácter qualificativo para um campeonato do mundo ou de África, só para exemplificar, as coisas não deverão ser como foram no jogo de sábado. É isto que está mal, porque assim nunca se vai conferir ao campeão do CHAN a grandeza do campeão do CAN. E, não deve ser assim.

HOJE
Prova conhece primeiro intervalo


O Campeonato Africano das Nações cumpre hoje e amanhã o primeiro intervalo. As equipas concorrentes voltam à competição no sábado e no domingo, com a disputa dos quartos - de -final, que é a fase crucial com metade das selecções que no passado dia 13 começaram a festa.
São oito as selecções que voltam para casa, por se revelarem incapazes na primeira fase que diga-se de passagem, conheceu muitas surpresas, as mais sonantes foram as selecções da Costa do Marfim e dos Camarões, que não voltam a serem vistas neste campeonato. Os dias de hoje e  de amanhã vão registar uma movimentação frenética de equipas..
As selecções eliminadas na primeira fase regressam aos países de origem. Também escalam os aeroportos algumas selecções ainda em prova, sujeitas à mudança de cidade. É a partir das meias-finais que a prova fica em Casablanca e Marakech. As cidades de Agadir e Tânger recebem os quartos - de -final, com relação aos últimos jogos.
Enfim, o repouso deve ser aproveitado na plenitude, por quatro equipas. As que terminaram à frente dos respectivos grupos, e de acordo com o regulamento da prova continuam nas mesmas cidades. Estas, podem explorar as próximas 48h00, pese o facto do repouso ser relativo, já que não deixam as equipas de trabalhar para  o jogo seguinte.
Portanto, a competição volta no sábado, com a entrada na fase dolorosa, em que o empate não serve e a derrota é fatal. Vamos aguardar para a ver quem serão os semi-finalistas e quem termina a participação por aí.

Embaxadores de Angola

Num jogo em que o Penafiel venceu de virada o FC Famalicão, por 2-1, o angolano nascido em Lisboa, com passaporte Cabo-verdiano, empatou aos 83\', na conversão de uma grande penalidade, depois de o mesmo ter sofrido uma falta de João Faria, em jogo a contar para a 21ª jornada da Ledman LigaPro.

Avançado
Sint-truiden
Igor Vetokele

Perto de 5 meses sem festejar a satisfação de um golo de sua autoria, o avançado angolano que a última vez marcou a 26 de Agosto, frente ao Waasland-Beveren, teve que aguardar pelo mesmo Waasland-Beveren para regressar aos golos, apesar de não conseguir evitar a derrota do Sint-Truiden, por 3-1, em jogo a contar para a 22ª jornada da Jupiler Pro League.

BENFICA b
Hélder Cristóvão 

Depois de ter vencido na jornada anterior o UD Oliveirense, por 3-2, ao serviço dos “bebês” do Sport Lisboa e Benfica, o antigo central das Águias, natural de Luanda, não conseguiu evitar a derrota por 0-2, na Choupana – Funchal, diante do Nacional da Madeira, a contar para 21ª jornada, da Ledman LigaPro.

Guarda-redes
Farense

Hugo Marques

Apesar do golo sofrido, no Estádio da Torrinha, na victória do Farense, por 3-1, diante do Moncarapachense, a contar para a 17ª jornada, o internacional angolano voltou a ser um dos principais elementos na excelente campanha dos Leões de Faro, valendo o primeiro lugar da Série E, do Campeonato de Portugal, com 46 pontos.

DEFESA
GIRONA

Jonás Ramalho

Com difíceis dificuldades em travar a dupla atacante formada pelo francês Antoine Griezmann e o hispano-brasileiro Diego Costa, o central angolano nascido em Barakaldo, Espanha, esteve entre os melhores no empate a um golo, entre o Atlético Madrid e o Girona, no Estádio. Municipal de Montilivi, a contar para a 20ª jornada da La Liga.

MÉDIO
braga

Wilson Eduardo 

Embora ter jogado apenas 68 minutos, na victória do Braga, no Municipal de Portimão, por 2-1, diante do Portimonense, o Luso-angolano de 27 anos, nascido em Massarelos, no seu terceiro jogo da Liga, neste época, após logo período de lesão, marcou o segundo golo dos Guerreiros do Minho, aos 10 minutos de jogo, em jogo a contar para a 19ª jornada da Liga NOS.

DEFESA
Royal antwerp

Aurélio Buta 

Depois da pausa de inverso, o lateral direito angolano do Benfica, cedido por empréstimo aos belgas do Royal Antwerp, foi determinante no empate caseiro a duas bolas, diante do Club Brugge, a contar para a 22ª jornada da Jupiler Pro League. Num jogo em que o Club Brugge empatou aos 2 últimos minutos, foi de Buta que nasceu a jogada que terminou no dois zero.

Médio
Belenenses

Fredy

Com algumas dificuldades comandou os flancos dos Azuis do Restelo, em Barreiros, mas não conseguiu evitar o empate nulo do Belenenses, frente ao Marítimo, a contar para a 19ª jornada da Liga NOS.

MÉDIO
BENFICA B

Florentino Luís

Deu bastante luta, mas não conseguiu ajudar a impedir a derrota dos “bebês” do Benfica, por 0-2, no Estádio da Madeira, diante do Nacional, a contar para 21ª jornada, da Ledman LigaPro. Apesar do resultado, o jovem internacional português nascido em Luanda, agradou os expectadores.

DEFESA
MARINHENSE

 Zé Pedro

Com o Marinhense a viver um início de ano negativo, o lateral esquerdo de 24 anos, nascido em Cascais, somou mais uma boa exibição individual, embora no colectivo, a equipa perdeu por 0-4, em Municipal de Águeda, diante do Recreio Desportivo de Águeda, a contar para a 17ª jornada, da Série C, do Campeonato de Portugal.

DEFESA
BASTOS

Bastos Quissanga 

Com uma excelente exibição na victória caseira da Lazio diante do Chievo, por 5-1, a contar para a 21ª jornada da Serie A, aos poucos o central angolano vai se assumindo como um goleador, ao apontar aos 83' minutos, o quarto golo dos Biancocelesti, agradecendo uma assistência do Luso-Caboverdiano Nani.

MÉDIO
1º DE DEZEMBRO

Osório Carvalho 
Aos 36 anos de idade, o antigo médio do Recreativo da Caála, Petro de Luanda, Benfica de Luanda e Académica do Lobito, em óptima exibição, ajudou a Sociedade União 1º Dezembro, no empate em Campo Conde de Sucena, a um golo, diante Coruchense, a contar para a 17ª jornada da Série D, do Campeonato de Portugal.

SUPLENTES
Carlos Fernandes


Em mais um jogo no Campo do Cevadeiro, o guarda-redes angolano ajudou o Vilafranquense, na manutenção do pódio da Série D, com 38 pontos, mais um que o Mafra na segunda posição, depois de receber e vencer o Guadalupe por 2-1, em jogo da 17ª jornada, do Campeonato de Portugal.

Marco Airosa
Numa semana para esquecer a nível de clube, após somar duas derrotas, a primeira por 1-2, diante do APOEL em jogo de acerto da 2ª Jornada, no passado dia 17 e 2-3, dia 20, diante do Omonia para a 21ª jornada da A Kategoria (Liga cipriota), o capitão do AEL Limassol esteve individualmente dentro do esperado.

Pedro Justiniano
Pelo segundo jogo consecutivo a marcar, o central angolano do FC Porto, nascido em Vicenza, Itália, com passaporte português, foi o autor do único golo portista, na derrota diante do Braga, por 1-2, a contar para a 20ª jornada, do Campeonato de Juniores A – Norte.

Rudy
No seu primeiro jogo desde que se juntou a União da Madeira, depois do regresso ao futebol português, após curta passagem ao Chipre, o internacional angolano, nascido em Oeiras – Portugal, com passaporte São-tomense, jogou 85 minutos, na derrota da União por 1-3, diante do Real Sport Clube, a contar para a 21ª jornada, Ledman LigaPro.

Erik Zenga
O médio angolano nascido na Rússia, com passaporte alemão, ajudou o Hallescher FC a somar três pontos, depois de receber e vencer o VfR Aalen, por 3-2, em jogo a contar para a 21ª jornada da 3ª Liga germânica. Zenga, esteve em 2 dos 3 golos da sua equipa.

Hugo Firmino
Depois de três jogos com derrotas consecutivas, o médio Luso-angolano ajudou a Cova da Piedade a receber e vencer, no sábado, por 2-0, o Gil Vicente, a contar para a 21ª jornada da Ledman LigaPro, com uma exibição dentro do esperado.

Jai Quitongo
Apesar de ter começado o jogo como suplente, o avançado nascido na Escócia, filho do antigo internacional angolano José Quitongo, entrou na segunda parte, para aos 85 minutos marcar o golo da victória do Morton FC, por 2-1, diante do Dunfermline Athletic, a contar para a FA Cup escocês.