Jornal dos Desportos

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Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Futebol

rbitros punidos por negligncia

07 de Setembro, 2019

Fotografia: Jornal dos Desportos

O Conselho Central de Árbitros da Federação Angolana de Futebol (CCAFAF) puniu o árbitro Miguel Julião Mateus, por ajuizar  mal o lance de que resultou um golo, apontado pelo jogador do FC Bravos do Maquis, que acabou por ditar o triunfo dessa formação, sobre o Sagrada Esperança da Lunda - Norte, partida referente à segunda jornada do Girabola Zap 2019/2020, que se disputou no passado dia 24 de Agosto, na cidade do Luena, conforme o Comunicado Oficial da FAF nº 035/SG/19, datado de 29 de Agosto. 
Segundo a nota em causa, o juiz Miguel Julião Mateus está suspenso, por um período de 90 dias, os seus assistentes José Mateus de Carvalho Félix e Evanildo Gaspar dos Santos Martins cumprem o mesmo castigo, por um período de 60 dias.
A punição resulta de uma análise minuciosa ao relatório do comissário do referido jogo, em que se constatou haver negligência do juiz, bem como dos seus assistentes, uma vez que permitiram a validação de um golo marcado sob infracção. 
“Analisado o relatório do comissário ao jogo, assim como as imagens televisivas que nos servem de suporte, por admitirem ter o filiado (árbitro) proporcionado que um jogador do Bravos do Maquis marcasse o golo, que faz a diferença no resultado do jogo com a mão, estando o árbitro não muito longe da jogada, levando a que uma vez não anulado o lance perdeu a equipa do Sagrada Esperança por uma bola a zero, tendo o árbitro como tal tido influência no resultado do jogo”, lê-se no comunicado.
A nota acrescenta que pelo facto de não cumprir com rigor a missão de observação que lhe era incumbida no jogo, o trio de arbitragem em causa fica suspenso por um período global de três meses.
“Deste modo, por não ter cumprido com o devido rigor de observação a missão para a qual foi nomeado, vai o árbitro Miguel Julião Mateus com três meses de suspensão a partir do dia 31 de Agosto passado. Os filiados, senhores José Mateus de Carvalho Félix e Evanildo Gaspar dos Santos Martins seguem suspensos igualmente por um período de dois meses por não terem coadjuvado com o devido rigor de observação e informação ao chefe da equipa”, alerta o comunicado.
Quanto a Sabino Tchinhama que desempenhou a função de quarto árbitro, no mesmo jogo, o Conselho Central avança no seu comunicado que aplicou a punição de um mês de suspensão, pelo facto deste não ter tido a devida e merecida colaboração com o chefe de equipa, no sentido de se evitarem situações como a ocorrida.            AUGUSTO PANZO


Segundo a nota em causa, o juiz Miguel Julião Mateus está suspenso, por um período de 90 dias, os seus assistentes José Mateus de Carvalho Félix e Evanildo Gaspar dos Santos Martins cumprem o mesmo castigo, por um período de 60 dias.
A punição resulta de uma análise minuciosa ao relatório do comissário do referido jogo, em que se constatou haver negligência do juiz, bem como dos seus assistentes, uma vez que permitiram a validação de um golo marcado sob infracção. 
“Analisado o relatório do comissário ao jogo, assim como as imagens televisivas que nos servem de suporte, por admitirem ter o filiado (árbitro) proporcionado que um jogador do Bravos do Maquis marcasse o golo, que faz a diferença no resultado do jogo com a mão, estando o árbitro não muito longe da jogada, levando a que uma vez não anulado o lance perdeu a equipa do Sagrada Esperança por uma bola a zero, tendo o árbitro como tal tido influência no resultado do jogo”, lê-se no comunicado.
A nota acrescenta que pelo facto de não cumprir com rigor a missão de observação que lhe era incumbida no jogo, o trio de arbitragem em causa fica suspenso por um período global de três meses.
“Deste modo, por não ter cumprido com o devido rigor de observação a missão para a qual foi nomeado, vai o árbitro Miguel Julião Mateus com três meses de suspensão a partir do dia 31 de Agosto passado. Os filiados, senhores José Mateus de Carvalho Félix e Evanildo Gaspar dos Santos Martins seguem suspensos igualmente por um período de dois meses por não terem coadjuvado com o devido rigor de observação e informação ao chefe da equipa”, alerta o comunicado.
Quanto a Sabino Tchinhama que desempenhou a função de quarto árbitro, no mesmo jogo, o Conselho Central avança no seu comunicado que aplicou a punição de um mês de suspensão, pelo facto deste não ter tido a devida e merecida colaboração com o chefe de equipa, no sentido de se evitarem situações como a ocorrida.            AUGUSTO PANZO