Jornal dos Desportos

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Alonso pretende melhorias

07 de Agosto, 2014

Fernando Alonso e Ferrari já estão em negociações para a renovação de contrato, mas o pedido do campeão do mundo não está baixo, de acordo com informações do jornal "Bild". Segundo a publicação, ele quer um contrato de 35 milhões de euros por ano.
Caso esse acordo seja firmado, Alonso recebe muito mais do que Michael Schumacher no seu auge na equipa italiana. No seu melhor momento, Michael recebia 25 milhões de euros por temporada. Além de ganhar mais que Schumacher, a nova proposta de Alonso é  o dobro do que recebe actualmente. O vínculo, que vai até ao fim de 2016, está avaliado em 18 milhões de euros por temporada.
O novo vínculo que Alonso pede para a Ferrari é por três temporadas, entre 2017 e 2019. Com isso,     ia ganhar  neste período 105 milhões de euros.
Entretanto, a Williams está a deixar boa impressão em 2014, a ponto de ganhar elogios de um ex-piloto seu,   Jenson Button, segundo declarações dadas ao site Autosport.
Button representou a equipa de Grove na sua temporada de estreia na F1, em 2000, e depois passou por Renault, BAR, Honda, Brawn e McLaren, mas nunca esqueceu da equipa que lhe deu  a primeira oportunidade na categoria.
 “Acho que eles esforçaram-se bastante  para andar bem neste ano. Gastaram muitos recursos na contratação de pessoas ­competentes, principalmente na aerodinâmica", disse.
“Eles fizeram um óptimo trabalho, e estou feliz por Frank e Claire. Perderam muitos pontos devido a incidentes ou por simplesmente não extrairem tudo do carro, o que é bom para nós, porque, caso contrário, eles estavam quilómetros à frente”, acrescentou.
“A principal meta deles será manter a consistência e fazer um bom trabalho como equipa durante o fim de semana de corrida, porque eles têm um pacote muito competitivo. A questão é se conseguem extrair o melhor”, concluiu.
GROSJEAN
DEFENDE KIMI
Romain Grosjean foi companheiro de equipa de Kimi Räikkönen por duas temporadas quando ambos defenderam a Lotus e Grosjean palpitou sobre os problemas de Kimi em 2014. Para ele, a aderência é o que está a prejudicar  Kimi Räikkönen.
“Eu sei que ele não gosta e acho que os pneus desse ano não combinam com ele. Kimi precisa de boa aderência na frente  e os pneus não lhe dão isso. É difícil explicar, mas muda um pouco da sua confiança”, disse.
Em relação à convivência entre eles, Grosjean destaca que nunca houve diálogo entre os dois, situação que não se verifica com Pastor Maldonado.
“É bem diferente. Pastor é um bom companheiro e é pai, então, falamos sobre coisas diferentes fora da pista, o que eu não tinha com Kimi, porque não tínhamos nada em comum”, disse.