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Angola tem dfice de testes antidoping

Silva Cacuti - 11 de Novembro, 2019

Mdico angolano vai estrear-se como membro da FIFA no Cairo

Fotografia: Paulo Mulaza | edies novembro

Menos de 10 testes por ano são realizados no país pela comissão instaladora da Agência Nacional Antidoping, revelou o médico João Mulima, técnico daquele órgão. O especialista referiu que este número representa um défice em relação ao que era de desejar.
O médico foi aprovado recentemente e integra o quadro de instrutores da Federação Internacional de Futebol (FIFA). João Mulima disse que há pouca vontade das federações nacionais na realização dos testes.
\"Temos défice neste tipo de testes e realizámos menos de 10 por ano. Uma das coisas, que nos impede, está na falta de vontade das federações. São elas que devem solicitar os testes nas competições que realizam\", disse.
O especialista em medicina desportiva sustentou que trabalham sem recursos.
\"Também, temos dificuldades financeiras, porque ainda não somos uma Agência Nacional. Por isso, trabalhamos sem recursos\", justificou.
João Mulima fez menção de que os poucos testes realizados são supridos por facilidades concedidas pela Agência Mundial Antidoping (WADA).
\"Numa primeira fase, o desejável era chegar aos 15 testes ano\", comentou.
O director do Instituto Angolano de Medicina Desportiva vai cumprir a primeira função com as insígnias da FIFA a 19 do corrente na cidade egípcia do Cairo, onde vai trabalhar no âmbito do Campeonato Africano de Sub-23, qualificativo para os Jogos Olímpicos de Tóquio.
Entre as novas competências como oficial FIFA de medicina desportiva, destacam-se a realização de testes anti-doping (se solicitados), participação das acções de formação organizadas pela instituição, confirmação das idades dos atletas nos jogos sob a égide da FIFA, entre outras.
A indicação para o cargo deixa orgulhoso João Mulima. O médico angolano exerce as mesmas funções na Confederação Africana de Futebol (CAF) desde Março do corrente ano.
João Mulima disse à nossa reportagem que se sente orgulhoso, principalmente, porque vai servir-se da distinção para facilitar e participar da ascensão de outros quadros angolanos nessas estruturas.


Menos de 10 testes por ano são realizados no país pela comissão instaladora da Agência Nacional Antidoping, revelou o médico João Mulima, técnico daquele órgão. O especialista referiu que este número representa um défice em relação ao que era de desejar.
O médico foi aprovado recentemente e integra o quadro de instrutores da Federação Internacional de Futebol (FIFA). João Mulima disse que há pouca vontade das federações nacionais na realização dos testes.
\"Temos défice neste tipo de testes e realizámos menos de 10 por ano. Uma das coisas, que nos impede, está na falta de vontade das federações. São elas que devem solicitar os testes nas competições que realizam\", disse.
O especialista em medicina desportiva sustentou que trabalham sem recursos.
\"Também, temos dificuldades financeiras, porque ainda não somos uma Agência Nacional. Por isso, trabalhamos sem recursos\", justificou.
João Mulima fez menção de que os poucos testes realizados são supridos por facilidades concedidas pela Agência Mundial Antidoping (WADA).
\"Numa primeira fase, o desejável era chegar aos 15 testes ano\", comentou.
O director do Instituto Angolano de Medicina Desportiva vai cumprir a primeira função com as insígnias da FIFA a 19 do corrente na cidade egípcia do Cairo, onde vai trabalhar no âmbito do Campeonato Africano de Sub-23, qualificativo para os Jogos Olímpicos de Tóquio.
Entre as novas competências como oficial FIFA de medicina desportiva, destacam-se a realização de testes anti-doping (se solicitados), participação das acções de formação organizadas pela instituição, confirmação das idades dos atletas nos jogos sob a égide da FIFA, entre outras.
A indicação para o cargo deixa orgulhoso João Mulima. O médico angolano exerce as mesmas funções na Confederação Africana de Futebol (CAF) desde Março do corrente ano.
João Mulima disse à nossa reportagem que se sente orgulhoso, principalmente, porque vai servir-se da distinção para facilitar e participar da ascensão de outros quadros angolanos nessas estruturas.