Jornal dos Desportos

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Associao est sem instalao

GAUDNCIO HAMELAY | NO LUBANGO - 28 de Dezembro, 2019

Desportos individuais na Hula reclamam espao de trabalho

A inexistência de uma sede social própria inviabilizou o funcionamento da Associação Provincial de Atletismo da Huíla em 2019. O corpo directivo enfrentou dificuldades para a realização de reuniões ordinárias, técnicas e de planificação com os associados. O sonho de ter uma instalação está transferida para 2020. Até lá os \"choros são controlados\".
Os membros da direcção técnica não dispõe de um local fixo para traçar a programação e outros diagramas que visem impulsionar o atletismo. As reuniões de trabalho foram feitas em diferentes lugares e sujeitas à mendicidade. O apelo estende-se aos órgãos de decisão no Lubango: \"a direcção quer um espaço de trabalho\".
Em meio a dificuldades, sete provas programadas no calendário de competições para este ano foram realizadas com êxito. Ao todo cinco estão relacionadas com a prova de corta-mato e duas de estrada. Aproximadamente 200 atletas movimentaram as duas competições em cada prova.
O índice de competitividade dos atletas melhorou comparativamente no ano anterior. Os tempos dos atletas estão mais baixos, um indicador de que em 2020 tende a cair mais. Por detrás da queda dos tempos pessoais estão os apoios das equipas de Luanda com representações na Huíla.
Os clubes huilanos trabalham com atletas até os 18 anos de idade por dificuldades financeiras. À semelhança de outros anos, em 2019 muitos atletas com idade superior a 17 anos buscaram a sorte de enquadramento nos núcleos das equipas de Luanda, mormente, Interclube, Petro de Luanda e 1º de Agosto. As escolas Projecto Okuhateka e Assessoria Jamba Sport são as que mais formam atletas com elevada competência. A inexistência de uma sede social própria inviabilizou o funcionamento da Associação Provincial de Atletismo da Huíla em 2019. O corpo directivo enfrentou dificuldades para a realização de reuniões ordinárias, técnicas e de planificação com os associados. O sonho de ter uma instalação está transferida para 2020. Até lá os \"choros são controlados\".
Os membros da direcção técnica não dispõe de um local fixo para traçar a programação e outros diagramas que visem impulsionar o atletismo. As reuniões de trabalho foram feitas em diferentes lugares e sujeitas à mendicidade. O apelo estende-se aos órgãos de decisão no Lubango: \"a direcção quer um espaço de trabalho\".
Em meio a dificuldades, sete provas programadas no calendário de competições para este ano foram realizadas com êxito. Ao todo cinco estão relacionadas com a prova de corta-mato e duas de estrada. Aproximadamente 200 atletas movimentaram as duas competições em cada prova.
O índice de competitividade dos atletas melhorou comparativamente no ano anterior. Os tempos dos atletas estão mais baixos, um indicador de que em 2020 tende a cair mais. Por detrás da queda dos tempos pessoais estão os apoios das equipas de Luanda com representações na Huíla.
Os clubes huilanos trabalham com atletas até os 18 anos de idade por dificuldades financeiras. À semelhança de outros anos, em 2019 muitos atletas com idade superior a 17 anos buscaram a sorte de enquadramento nos núcleos das equipas de Luanda, mormente, Interclube, Petro de Luanda e 1º de Agosto. As escolas Projecto Okuhateka e Assessoria Jamba Sport são as que mais formam atletas com elevada competência.