Jornal dos Desportos

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Bolt recorre a verduras

06 de Maio, 2016

O homem mais rápido do mundo não gosta de comer verduras e legumes.

Fotografia: AFP

Usain Bolt contrariou todas as recomendações comuns sobre como um atleta profissional deve se alimentar. Nos anos em que alcançou as suas maiores marcas no atletismo, o atleta não abria mão de batatas e frangos fritos, entre outras comidas gordurosas. De acordo com o jornal As, para a disputa dos Jogos Olímpicos, o velocista passa por processo de reeducação alimentar.

O homem mais rápido do mundo não gosta de comer verduras e legumes.

“Comer verduras é um sacrifício”, disse o atleta, que vai disputar os 100m, 200m e estafeta 4x100 metros no Rio de Janeiro.

Bolt chegou a consumir na sua melhor fase na carreira mais de 100 nuggets (pedaços de frangos empanados e fritos) por dia. As suas refeições também incluíam batatas fritas e tortas de maçãs, além de comidas calóricas típicas na Jamaica.

No ano passado, Bolt alcançou marcas excelentes, como 9s79 nos 100 metros, e 19s55 nos 200 metros.

A ingestão de frangos empanados representava 4.700 calorias, fora os condimentos e bebidas que acompanham.


EM ANÁPOLIS
Protesto marca
passagem da tocha


Um protesto da Central Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos marcou na quarta-feira a passagem da tocha olímpica por Anápolis, em Goiás. Os trabalhadores manifestaram-se contra uma das patrocinadoras do símbolo olímpico.

Os trabalhadores são contra o patrocínio da tocha olímpica pela Nissan por acreditarem que a empresa não “respeita o espírito olímpico por causa do tratamento dado a funcionários na sua fábrica, no Mississipi, nos Estados Unidos da América”.

Um comunicado dos manifestantes dizia que "a finalidade de impedir que os seus trabalhadores se organizem num sindicato e, consequentemente, estejam habilitados a assinar um acordo colectivo” está na base da manifestação.

As entidades sindicais pedem ao Comité Organizador dos Jogos Olímpicos Rio'2016 que exija da fabricante um plano de acção para que os direitos do trabalhadores sejam cumpridos.

“A Nissan serve de mau exemplo e estimule condutas similares de outras grandes corporações que vão passar a sentir-se confortáveis e sem nenhum risco de punição por desrespeitar um código estabelecido para patrocinadores de Jogos Olímpicos”, completa o comunicado.