Jornal dos Desportos

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Carey deseja extravagância

26 de Janeiro, 2017

“Esta é uma oportunidade para ao longo do tempo, desenvolvermos a dimensão do negócio”, encerrou.

Fotografia: AFP

O novo chefão da F1, Chase Carey, tem planos de uma segunda corrida nos Estados Unidos da América, e em cidades mais conhecidas dos turistas. O norte-americano assumiu o posto de director -executivo, que foi de Bernie Ecclestone. Em declarações à ‘CNBC’, Chase Carey disse levar o Campeonato Mundial para as cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Miami ou Las Vegas.

“Os Estados Unidos da América são claramente uma oportunidade real para nós. Não adquirimos o negócio em dependência do sucesso nos EUA, mas há grandes vantagens para nós no mercado norte-americano”, disse Carey. “Gostavamos de adicionar uma corrida numa cidade de destino, como Nova Iorque, Los Angeles, Miami ou Las Vegas, uma cidade para onde as pessoas vinham para um evento de uma semana, que tem múltiplas dimensões com a corrida no centro”, explicou. 

Além disso, Carey referiu tornar os fins de semana de F1 maiores, com actividades ao longo de toda a semana, como acontece na final do campeonato de futebol norte-americano, nos Estados Unidos da América. “Há uma oportunidade no lado do evento, o de tornar os nossos eventos maiores, mais amplos, melhores. Falei sobre termos 21 corridas. Deviamos ter 21 Super Bowls”, ressaltou.

Chase Carey destaca que cada país tem uma corrida e a empresa devia fazer "essas extravagâncias de uma semana com entretenimento, música e eventos para capturar a cidade toda e não só eventos na pista". “Esta é uma oportunidade para ao longo do tempo, desenvolvermos a dimensão do negócio”, encerrou.

 
ECCLESTONE
Toto Wolff
revela relação


O chefe da equipa que domina a F1 nas últimas três épocas, Toto Wolff também falou sobre a saída de Bernie Ecclestone, do comando da principal categoria do automobilismo mundial. O austríaco elogiou o trabalho feito pelo dirigente inglês, e admitiu que não estava no Mundial, não fosse também o apoio de Ecclestone.

“Não estaria na F1 sem Bernie e isso é claro. Sempre me apoiou de alguma forma nos tempos da Williams, e até mesmo agora na Mercedes, embora a gente tenha vivido momentos de altos e  baixos. Na verdade, sempre foi muito amável”, afirmou Wolff em entrevista ao canal britânico Sky Sports News, completou.

“Tivemos um bom relacionamento, apesar de termos discordo em muitos pontos, do lado dos negócios. Mas essa é a forma que tem de ser”, acrescentou Toto.  O dirigente também reservou palavras de expectativa com relação à nova gestão da F1.

O maior campeonato foi vendido à Liberty Media, conglomerado norte-americano do ramo do entretenimento. Wolff elogiou também as escolhas para os cargos - chave feita pelo grupo.

ECCLESTONE
Toto Wolff
revela relação


O chefe da equipa que domina a F1 nas últimas três épocas, Toto Wolff também falou sobre a saída de Bernie Ecclestone, do comando da principal categoria do automobilismo mundial. O austríaco elogiou o trabalho feito pelo dirigente inglês, e admitiu que não estava no Mundial, não fosse também o apoio de Ecclestone.

“Não estaria na F1 sem Bernie e isso é claro. Sempre me apoiou de alguma forma nos tempos da Williams, e até mesmo agora na Mercedes, embora a gente tenha vivido momentos de altos e  baixos. Na verdade, sempre foi muito amável”, afirmou Wolff em entrevista ao canal britânico Sky Sports News, completou.

“Tivemos um bom relacionamento, apesar de termos discordo em muitos pontos, do lado dos negócios. Mas essa é a forma que tem de ser”, acrescentou Toto.  O dirigente também reservou palavras de expectativa com relação à nova gestão da F1.

O maior campeonato foi vendido à Liberty Media, conglomerado norte-americano do ramo do entretenimento. Wolff elogiou também as escolhas para os cargos - chave feita pelo grupo.