Jornal dos Desportos

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CBJ convoca judocas

03 de Junho, 2016

CBJ convocou os 14 atletas que vão representar o país nos Jogos Olímpicos de 2016

Fotografia: AFP

A Confederação Brasileira de Judo (CBJ) encerrou o suspense e convocou os 14 atletas que vão representar o país nos Jogos Olímpicos de 2016. A entidade levou em consideração os resultados e a posição dos atletas no ranking mundial de cata categoria.A maioria das vagas já estava praticamente definida pela CBJ, com a maior indefinição a ficar para o peso-pesado e ligeiro masculinos. Na 7ª posição do ranking mundial, o medalhista olímpico Rafael Silva "Baby" ficou com a vaga e vai representar de novo o Brasil nos Jogos, deixando David Moura de lado.

No peso ligeiro, Eric Takabatake é o melhor brasileiro ranqueado, na 12ª posição, mas a CBJ decidiu levar o campeão Pan-Americano da categoria, Felipe Kitadai, 13º no ranking mundial. Outro nome expoente que ficou de fora é Luciano Correa. Campeão mundial do meio-pesado, o judoca número 26 do mundo dará lugar à Rafael Buzacarini, 24º.

O presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira, mostrou-se confiante com a relação dos judocas convocados, e espera que a equipa consiga manter o bom desempenho anterior.

“Temos a confiança de que os nossos atletas estão preparados para consolidar o histórico do judô brasileiro em Jogos Olímpicos e caminharmos para a nona participação olímpica consecutiva com pódio brasileiro”, afirmou o dirigente.


ATLETISMO
Sportinguista sempre
acreditou ir ao Rio


Jéssica Augusto, atleta do Sporting de Portugal, confessou que nunca lhe passou pela cabeça falhar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, apesar de ter apenas o quartro melhor tempo das cinco atletas com mínimos para a maratona olímpica.

"Estou satisfeita por ter sido escolhida, era objectivo de época e foi conseguido. É a primeira vez que sou seleccionada para uns Jogos Olímpicos [selecção fez-se apenas por haver mais do que três atletas com mínimo], por isso estou feliz. Estou a pensar no Rio, já tinha mostrado que estava em condições, como se viu no fim-de-semana na Taça dos Campeões e na prova em que obtive os mínimos, em Londres. Nunca pensei não estar no Rio de Janeiro. Trabalhei quatro anos para conseguir os mínimos.", confessou em declarações à Sporting TV.

A atleta leonina acredita que teria uma das três melhores marcas não tivesse acontecido o caricato incidente da maratona de Londres, em que teve de parar para ir à casa de banho. "Infelizmente na maratona de Londres houve uma parte que me correu mal, que tive de parar e não consegui controlar.