Jornal dos Desportos

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CNJ defende melhor organizao da prova

12 de Fevereiro, 2018

O Presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), António Tingão, apelou recentemente, em Caxito, província do Bengo, a comissão organizadora da corrida pedestre \"Fuga para Resistência\" para uma maior organização ao longo do percurso.
Em declarações à Angop, o responsável, que participou nos 10 quilómetros (popular), disse que se deve melhorar na nona edição o sistema do asseguramento do percurso, evitando a circulação de viaturas no troço para se acautelar a vida dos atletas.
“A prova foi boa, mas é preciso que a próxima edição melhore alguns aspectos, tendo em atenção o sistema de asseguramento, evitando a circulação de viaturas no troço, quer dos 21, 10 e 3 quilómetros que em grande medida colocou em risco a vida dos atletas”, ressaltou.
Realçou que outro aspecto negativo na oitava edição da “Fuga para Resistência” foi o tiro de largada ter sido feito antes de terminar a transportação dos atletas para o local da partida, o que atrapalhou a incorporação de muitos atletas na prova.
Quanto a sua participação, disse que permitiu solidarizar-se com os jovens que, de forma eufórica, estão a saudar a passagem do 57º aniversário do início da luta armada de libertação nacional, participando na oitava edição da meia maratona da corrida pedestre “Fuga para Resistência”.
“Decidimos nos solidarizarmos com a comissão organizadora da prova e com a juventude porque percebemos que 98 por cento dos participantes nesta prova são jovens que festejaram o 4 de Fevereiro, dia do início da luta armada de libertação nacional”, precisou.
Apelou aos jovens no sentido de participarem de forma massiva na nova edição por forma a festejar, com júbilo, o 4 de Fevereiro, rendendo um tributo aos heróis da pátria, além de melhorar o estado de saúde.