Jornal dos Desportos

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COA relana Academia Olmpica

Joo francisco - 08 de Abril, 2015

Membros da Academia Olmpica estiveram reunidos na sede social do Comit Olmpico Angolano

Fotografia: Joo Francisco

Em clima de ideais olímpicos, a Academia Olímpica Angolana (AOA) traçou na última segunda-feira, na sede social do Comité Olímpico Angolano (COA), as premissas para a criação dos seus órgãos internos como a Assembleia Plenária, Conselho Executivo e Conselho Pedagógico, no quadro da dinâmica a implementar no olimpismo angolano.Dirigido pelo presidente da Comissão Executiva do Comité Olímpico Angolano, Gustavo da Conceição, a reunião da Academia Olímpica Angolana concluiu que o “vector cientifico” do COA necessita urgentemente de uma injecção de “sangue-novo” para a prossecução dos objectivos que devem nortear a AOA.

Nesse particular, o “primeiro passo” da AOA, em consonância com objectivos do COA, vai ser o cumprimento da quota em relação à formação de quadros definida para a Olimpíada 2013-2017, que se consubstancia na formação de mil dirigentes desportivos.O “pontapé de saída” da formação de quadros afectos ao COA deve ser dado com a instrução básica de 20 membros, que eventualmente ainda não possuem formação específica desportiva. A estrutura olímpica angolana é composta actualmente por 100 membros.

A estatística apresentada por António Monteiro, secretário-geral do COA, apontam que apenas 500 dirigentes angolanos beneficiaram de formação no ramo desportivo.A reunião da Academia Olímpica Angolana debateu também a revisão dos Regulamentos de funcionamento do órgão, criados em 1998, e a elaboração do plano de actividades da presente olimpíada (2013-2017) para uma gestão consentânea com cientificidade.

Estiveram presentes na reunião do COA, o secretário geral, António Monteiro, o director técnico, Domingos Torres Júnior “Didi”, a vogal, Sara Tavares, e os representantes das Federações Angolanas dos Desportos Náuticos, Atletismo, Futebol de Salão, Ciclismo e Judo, todos membros da Academia Olímpica Angolana.

A proclamação da Academia Olímpica Angolana ocorreu em Julho de 1997 perante 25 subscritores, em Luanda, numa iniciativa do Comité Olímpico Angolano (COA) e sob auspícios do Comité Olímpico Internacional (COI), representados pelos presidentes da Academia Olímpica Espanhola e de Portugal. O espanhol Conrado Durantez foi um dos padrinhos de criação deste vector do olimpismo angolano.

A Academia Olímpica Angolana vem responder à necessidade do ensino do olimpismo no país. Foram subscritores Ana Cristina Fortunato, Armando Augusto Machado, Bernardino Fernando Seixas, Carlos Manuel Patrício Teixeira, Carlos Rosa Lopes, Diogo José de Menezes, Filipe Mascarenhas, Gabriel Epalanga, Germano de Palmas Gomes, Gustavo Dias da Conceição, Hugo de Menezes, Joana Seixas, João Santinho, Jorge Leite Velho, José Augusto Junça, José Manuel Cardoso, Manecas Madeira, Manuel da Costa, Manuel Ordenã, Maria Teresa Batista Borges, Pedro da Ressurreição, Rogério Nunes da Silva, Sara Tavares, Sebastião Francisco e Victor Giovetti Barros.