Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Modalidades

Comissão Administrativa apresenta hoje relatório

Rosa Panzo - 17 de Junho, 2017

Discussões sobre legalidade das academias dominam o conclave

Fotografia: Nuno Flash |Edições Novembro

A equipa coordenada por Makuntina Baptista e integrada por Lukene Agostinho e Inês Malembe apresenta na reunião magna, o relatório sobre a fiscalização às academias e averiguação da legalidade das mesmas. Durante 30 dias, a Comissão trabalhou apenas em Luanda. A falta de verba condicionou a deslocação às províncias.

\"Fizemos de tudo para encontrar a transparência no processo, acabamos por receber as informações das Associações provinciais,  via telefónica\", disse.

Em jeito de balanço, Makuntina Baptista assegurou: \"Fizemos o nosso trabalho e a Comissão Eleitoral  dá continuidade ao processo nos próximos dias\".

De recordar que o presidente cessante, Nzugi Ndombaxi, venceu as eleições de 10 de Dezembro com 25 votos a favor. O líder da lista B, Ndongala Kiala, perante a derrota protestou a validação do processo eleitoral e decidiu-se criar uma Comissão Administrativa, em Assembleia Geral extraordinária.

A Federação Angolana de Jiu Jitsu foi constituída em 2005,  congrega 54 academias em todo o país. Actualmente, o desporto é praticado nas províncias da Lunda - Norte, que controla sete academias, Uíge (6), Zaire (3), Cabinda (3), Bengo (3), Malanje (5), Moxico (2), Huambo (2), Cuando Cubango (1), Bié (1) e Núcleo do Cuanza Sul.

Nos anos 90 do século XX, começou a expansão de jiu jitsu em todo o país. Tudo começou em Luanda, no CAFAM - Centro Angolano de Formação de Artes Marciais, localizado no bairro Palanca. Depois estendeu-se ao bairro da Petrangol com a criação da academia Ranger Mãe e mais tarde a Sam Font, no bairro Kicolo