Jornal dos Desportos

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Modalidades

Desempenho de Angola elevou África no Mundial

Rosa Napoleão - 22 de Novembro, 2014

As selecções nacionais de ginástica em tumbling e trampolim surpreenderam nos EUA

Fotografia: Jornal dos Desportos

O conjunto nacional conseguiu um resultado que ficou acima das expectativas, dado o nível elevado das selecções intervenientes no certame.

Na tabela classificativa, o atleta Carlos Rodrigues alcançou a 33ª posição e foi a melhor marca conquistada entre os ginastas angolanos. Carlos Rodrigues conseguiu a marca em tumbling com 50 mil e 800 pontos.

Wilson dos Santos terminou a prova em 34º lugar, com 49 mil e 400 pontos, José Epalanga ficou em 35º lugar,  com 48 mil e 100 pontos, ao passo que o ginasta Mário Domingos alcançou apenas 45 mil e 900 pontos, ficou  em 36º lugar.

Angola foi contemplada pela Federação Internacional da modalidade com duas pistas montadas para a prática da modalidade no país. A par disso, a federação internacional apelou também à Angola para que continue a trabalhar e encontre mecanismos para a protecção das ginastas nas classes infanto-juvenis.

A ginástica marcou a presente época desportiva com excelentes resultados nos últimos mundiais em que participou, com realce para os mundiais da Turquia, nas disciplinas de rítmica e conjunto individual e no Mundial da Bélgica, em ginástica artística.

A nível do continente, este ano Angola conquistou 30 medalhas na ginástica rítmica, em ambos os géneros, no 12º Campeonato Africano Absoluto que decorreu em Pretória ( África do Sul). Foram 15 medalhas de prata, em juniores, e igual número de bronze, nos seniores. O resultado superou o da edição passada decorrido na Namíbia, em que obteve 23 medalhas, das quais seis de ouro, 12 de prata e cinco de bronze.

Na lista dos representante nacionais contaram os juniores Zulmira Segunda e Moxes Cahonga (Huíla), Cledinadia António e Horácio Pitra-Grós (Benguela), Beandino Rodrigues (Bié), Francisco Costa e Juquénia Agostinho (Luanda), assim como os seniores Carlos Rodrigues e José Epalanca (Benguela), Mário Caetano e Wilson dos Santos (Luanda).