Jornal dos Desportos

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Modalidades

Dirigente destaca nível competitivo

Gaudêncio Hamelay , no Lubango - 18 de Agosto, 2016

Grande número de provas, já foi anulado

Fotografia: Jornal dos Desportos

O vice-presidente para o Motociclismo e Karting da Federação Angolana do Desporto Motorizado, Augusto Diogo, considerou ser bastante renhida a disputa do campeonato angolano de velocidade nas categorias de automobilismo e motas. Augusto Diogo referiu que apesar disso, a actual conjuntura económica e financeira que o país está a viver, obrigou o órgão reitor da modalidade a reduzir o número de provas programadas de sete para quatro.

Explicou que tirando essa situação que tem criado algum constrangimento, o campeonato angolano de velocidade, tanto de motas e de carros, está a ser bastante disputado pelo facto de não existir ainda campeões antecipados.“A cerca do campeonato angolano de velocidade, tanto de motas e de carros, está a ser de facto bastante disputado porque ainda não há campeões antecipados.

O único quesito um pouco complicado, é que este ano, tínhamos programado 7 provas nacionais, das quais já temos três anuladas. Isto tem criado algum constrangimento porque infelizmente a situação económica e financeira que o país vive está de facto a complicar as coisas. No entanto, iremos realizar provavelmente das 7 programadas entre 4 a 5 provas a nível nacional”, sustentou.

O dirigente federativo revelou que este ano, até ao momento (Agosto), o orçamento que tinha sido cabimentado à federação, ainda não foi disponibilizado. “Só vivemos ainda dificuldades, porém, vamos continuar a trabalhar para que as coisas melhorem. Soubemos que grande número de provas, já foi anulado. Deste modo, vamos trabalhar para evitar que se adie mais nenhuma prova até ao fim do campeonato porque não tem sido fácil lidar com esta situação quer para a federação quer para os próprios concorrentes”, admitiu.

Augusto Diogo afirmou que qualquer piloto programa suas metas em função do momento em que recebe o calendário de provas nacionais e acrescentou que mas infelizmente sem apoios financeiros, não consegue realizar provas.O vice-presidente da FADM, exemplificou que prova evidente da situação difícil que o vive, a 5ª edição do Grande Prémio “Zé Dú”, que inicialmente estava programada no princípio deste mês, no autódromo de Luanda, por falta de apoios financeiros, juntou-se aos dois eventos que a Huíla vai albergar (200 km da Huíla e o GP “Zé Dú”).“Apesar disso, vamos continuar a trabalhar até terminar o campeonato nacional previsto para o mês de Novembro altura em que vamos igualmente realizar as eleições da FADM”, garantiu.