Jornal dos Desportos

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Durant afirma que aos Estados Unidos só interessa o ouro nos Jogos Olímpicos

21 de Julho, 2016

Extremo dos Golden State quer brilhar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

Fotografia: AFP

A equipa de basquetebol dos Estados Unidos da América iniciou a preparação, para os Jogos Olímpicos do Rio, em Las Vegas (Nevada),  o extremo Kevin Durant afirmou que o objectivo da selecção é conquistar a medalha de ouro.Durant que foi  recém - contratado pelo Golden State Warriors, e o resto dos seus companheiros de selecção, cumpriram o primeiro dia de trabalho sob a direcção do treinador Mike Krzyzewski.

Tanto Krzyzewski, como o director -executivo dos EUA Basketball, Jerry Colangelo, destacaram que apesar da falta de estrelas como LeBron James e Stephen Curry, a equipa formada é de grande qualidade e muito talento.Krzyzewski  destacou a importância de já ter formada a equipa que  viaja para o Brasil, e  a única coisa a fazer é trabalhar para os atletas adaptarem-se ao jogo dos companheiros, e agirem como equipa.

"Confio nos grandes jogadores que temos à disposição, e estou convencido de que vamos realizar um grande trabalho quando começar a competição olímpica", destacou Krzyzewski que vai estar pela última vez à frente da equipa, já que para os Jogos de 2020 o escolhido é o lendário Gregg Popovich, actual treinador do San Antonio Spurs.

Entre os jogadores todos sabem, que chegar aos Jogos Olímpicos é o auge da carreira e eles estão com uma mentalidade boa, já que nenhum  mostrou-se pressionado devido a responsabilidade de defender a medalha de ouro."Não temos nenhum tipo de pressão, devemos ser conscientes de que necessitamos de jogar ao nosso melhor nível", declarou Durant, que com a ausência de James e Curry surge como o líder natural da equipa.

Durant foi categórico quando disse que ninguém falava de líder, estrelas ou quem fosse jogar, simplesmente estavam comprometidos a jogar, ao máximo como equipa."A nossa meta está muito clara, é conseguir a vitória a cada partida", ressaltou Durant. "Não é o momento de colocar nenhum tipo de pressão extra. Ao contrário, devemos  preparar-nos com tranquilidade, desfrutar do processo, estarmos concentrados a cada dia e chegar ao máximo a competição".

A equipa americana é composta, pelo poste DeAndre Jordan, do Los Angeles Clippers, pelo extremo poste Draymond Green e o extremo base Klay Thompson, dos Warriors, além do extremo Paul George (Indiana), do base Kyrie Irving (Cleveland), de DeMar DeRozan e Kyle Lowry (Toronto), do poste DeMarcus Cousins (Sacramento), de Harrison Barnes (Dallas) e de Jimmy Butler (Chicago).A selecção dos Estados Unidos joga cinco partidas amistosas de preparação, antes de viajar ao Rio de Janeiro, no começo de Agosto,  tem como rivais,  Argentina, China (2 vezes), Venezuela e Nigéria.

Dois atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, receberam um prémio no Troféu Brasil de Regueb 2015, num evento realizado em São Paulo, na noite de segunda-feira. Raquel Kochhann, da equipa Charrua, e Lucas Duque, do São José, levaram os prémios de melhores jogadores de Regueb Sevens (Regueb de sete) do ano.

Como estão concentrados e em treino para as Olimpíadas, os referidos atletas não estiveram presentes à cerimónia, e foram representados.Em representação de Lucas, também conhecido como Tanque, e capitão do Brasil, Wilson Rebolo recebeu o troféu – o jogador levou o prémio de melhor jogador de Regueb de 15.

Quanto a Raquel foi representada por Lariane Pruner, também jogadora de Regueb de 7.“Eu fiquei muito feliz por receber o prémio, mas ele não é só meu, mas do clube e das meninas da Selecção. Sozinhos, não conquistamos nada. Estamos em concentração, com treinos intensos, para representarmos bem o Brasil nos Jogos Olímpicos. Gostava de agradecer também a Lari (Lariane Pruner), que me representou no evento”, disse Raquel.

RIO'2016
Japão pretende
14 medalhas de ouro


Japão sonha em ganhar uma quantidade recorde de medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio (de 5 a 21 de Agosto), ao menos 14, segundo a chefe da delegação japonesa no Brasil, que vê o evento como um trampolim para os Jogos de Tóquio-2020."Ganhamos 38 medalhas em Londres, mas apenas sete de ouro. Queremos melhorar este balanço e superar as 14 douradas", declarou ontem Seiko Hashimoto numa entrevista à AFP. O objectivo final é "ficar em terceiro lugar no quadro de medalhas geral de 2020, e o processo começa no Rio", insiste a responsável.

Entre as primeiras esperanças para levar o ouro, o Japão conta com o seu nadador Kosuke Hagino, que pretende defender a honra do campeão olímpico Kosuke Kitajima, que fracassou nas classificatórias. Para isso, Hagino deverá derrotar o americano Michael Phelps, o astro das 18 medalhas de ouro olímpicas.Na luta, os olhares estarão voltados para Saori Yoshida (-53 kg), tricampeã olímpica e com 13 títulos mundiais. Ela foi designada a líder feminina da selecção do Japão nestes Jogos. "Não nos faltam líderes para estes Jogos", afirma Hashimoto, ex-patinadora de velocidade e ciclista de pista.