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Em busca da honra

Silva Cacuti - 28 de Novembro, 2019

Angolanas querem melhorar a prestao da edio passada

Fotografia: Paulo Mulaza | EDIES NOVEMBRO

Com algumas caras novas no grupo, em relação ao grupo que esteve há dois anos no mundial de França, a Selecção Nacional embarcou ontem rumo à cidade de Kumamoto, Japão, sede do grupo preliminar "A", em que Angola está inserida.
Pela frente a viagem é longa e recheada de obstáculos por superar. Luanda e Kumamoto têm uma diferença horária acentuada. A equipa efectua uma escala de cerca de 7 horas em Frankfurt, Alemanha e chega a Kumamoto, apenas amanhã.
Liliana Venâncio, Natália Bernardo, Ruth João e Amália Pinto estão integradas no grupo e vão jogar pela primeira vez um mundial sob batuta de Morten Soubak. As jogadoras entram para os lugares de Cristina Branco, Vilma Nenganga, Natália Kamalândua e Ríssia Oliveira que estiveram na missão França 2017, onde o conjunto angolano obteve o 19º lugar.
A equipa capitaneada por Isabel Guialo "Belinha" é composta pelas atletas Teresa Almeida “Bá”, Helena de Sousa, Amália Pinto (guarda-redes), Janeth dos Santos, Vilma da Silva, Iracelma da Silva (pontas), Albertina Kassoma, Liliana Venâncio, Ruth João (pivôs), Wuta Dombaxi, Aznaide Carlos “Zica”, Juliana Machado, Magda Cazanga (laterais), Natália Bernardo, Isabel Guialo “Belinha” e Helena Paulo (centrais).
A Selecção Nacional estreia-se a 30 do corrente, dia depois de chegar à cidade, diante da similar da Sérvia. No dia 2 de Dezembro as "Pérolas", como também é tratada o sete nacional, defrontam a Holanda. Voltam a jogar no dia 3 de Dezembro, com a equipa da Eslovénia. Angola volta à quadra para defrontar a similar da Noruega,  no dia cinco e encerra a primeira fase da prova no dia 6 de Dezembro, diante de Cuba.
De acordo com os novos moldes de disputa da prova, apenas os trêsCom algumas caras novas no grupo, em relação ao grupo que esteve há dois anos no mundial de França, a Selecção Nacional embarcou ontem rumo à cidade de Kumamoto, Japão, sede do grupo preliminar "A", em que Angola está inserida.
Pela frente a viagem é longa e recheada de obstáculos por superar. Luanda e Kumamoto têm uma diferença horária acentuada. A equipa efectua uma escala de cerca de 7 horas em Frankfurt, Alemanha e chega a Kumamoto, apenas amanhã.
Liliana Venâncio, Natália Bernardo, Ruth João e Amália Pinto estão integradas no grupo e vão jogar pela primeira vez um mundial, sob batuta de Morten Soubak. As jogadoras entram para os lugares de Cristina Branco, Vilma Nenganga, Natália Kamalândua e Ríssia Oliveira, que estiveram na missão França/2017, onde o conjunto angolano obteve o 19º lugar.
A equipa capitaneada por Isabel Guialo "Belinha" é composta pelas atletas Teresa Almeida “Bá”, Helena de Sousa, Amália Pinto (guarda-redes), Janeth dos Santos, Vilma da Silva, Iracelma da Silva (pontas), Albertina Kassoma, Liliana Venâncio, Ruth João (pivôs), Wuta Dombaxi, Aznaide Carlos “Zica”, Juliana Machado, Magda Cazanga (laterais), Natália Bernardo, Isabel Guialo “Belinha” e Helena Paulo (centrais).
A Selecção Nacional estreia-se a 30 do corrente, dia depois de chegar à cidade, diante da similar da Sérvia. No dia 2 de Dezembro as "Pérolas", como também é tratada o sete nacional, defrontam a Holanda. Voltam a jogar no dia 3 de Dezembro, com a equipa da Eslovénia. Angola volta à quadra para defrontar a similar da Noruega,  no dia cinco e encerra a primeira fase da prova no dia 6 de Dezembro, diante de Cuba.
De acordo com os novos moldes de disputa da prova, apenas os três primeiros de cada grupo apuram-se para a segunda fase \"main group". Para a disputa do "main group" constituem-se  dois grupos de seis equipas, dos quais sairão os semi-finalistas. As equipas que não se qualificam para o "main group" também jogam em dois grupos de seis as eliminatórias, do 13º lugar ao 24º lugar.
A Dinamarca, Austrália, Brasil, França, Alemanha e Coreia do Sul integram o grupo B. No grupo C vão jogar o Senegal, Roménia, Cazaquistão, Montenegro, Espanha e Hungria. Suécia, Congo Democrático, Rússia, China, Japão e Argentina figuram no D.

ANGOLA CIMENTA
PRESENÇA EM MUNDIAIS

A Selecção Nacional sénior feminina, também conhecida por "Pérolas" regista em Kumamoto, Japão a sua 15ª presença no Campeonato do Mundo da modalidade. O número de presenças em si, não tem nada de especial, porque há selecções com muito mais. Apenas a Roménia é totalista.
Se a análise cingir-se a presenças consecutivas, a coisa muda de tom e Angola eleva-se à quarta posição das equipas com melhor sequência de participação na prova. Angola assinalou a sua primeira presença na edição de 1990, na Coreia do Sul e nunca mais falhou. Além da totalista Roménia, só a Noruega e a China com 17 e 16 presenças consecutivas superam o registo das campeãs africanas.
A presença constante em mundiais é um capital da equipa nacional, que apesar de trazer três jogadoras pela primeira vez à prova, mantém um grupo experiente. No grupo A em que está inserida a Selecção Nacional só encontra a Noruega, com um historial de presenças consecutivas superior. Angola é, provavelmente, a selecção que cumpriu a sua preparação mais longe do palco do mundial. Cuba é a única equipa do grupo, que não esteve no mundial de França. As comandadas de Jorge Coll Arenciba foram a 23ª equipa no mundial de 2015. Para esta prova, Jorge Coll leva seis atletas que evoluem na Europa, com realce para a craque Gyatne Rizo Gomes, central do FleurY Loiret de França, Yunisleidy Rodrigues, lateral do Bera Bera de Espanha e Gleinys Reyes, ponta direita do BM Remudas. Cuba fez a preparação em seu território e encerra com um estágio em Itoyoshi, Japão.
O grupo de Angola integra a Noruega e a Holanda, segunda e a terceira classificadas da última edição. A sueca Mia Hermansson Högdahl, adjunta de Thorir Hergeisson na Noruega, diz-se apreensiva na abordagem ao jogo com Angola. "Já jogamos com as angolanas  várias vezes, mas agora estão a trabalhar com um técnico dinamarquês e vai ser interessante ver como está Angola agora ". A Eslovénia, equipa com a qual Angola perdeu por 32-25, em França 2017,  completa o grupo.

DESEMPENHO
Azenaide é goleadora da equipa

A meia-distância direita Azenaide Carlos "Zizica" chega a Kumamoto com o rótulo de melhor marcadora da selecção nacional. A jogadora do Petro de Luanda, nascida a 14 de Junho de 1990,  tem um registo de 226 golos em 84 jogos pela selecção nacional.No número de jogos pela selecção nacional Azenaide é superada por Natália Bernardo, 106 e Teresa Almeida "Bá", que tem o registo de 92 internacionalizações.
Natália Bernardo é a jogadora mais velha do grupo que seguiu para Kumamoto. A influente jogadora do 1º de Agosto nasceu em 1986. Noutro extremo está Ruth João, pivot, nascida em Outubro de 1998. Ruth, também jogadora da equipa afecta as Forças Armadas Angolanas, tem seis jogos pela selecção nacional e faz estreia no mundial.