Jornal dos Desportos

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Ex-voleibolista tem as contas "bloqueadas"

20 de Dezembro, 2018

O voleibolista brasileiro, Ricardinho, teve as contas bancárias e quatro automóveis bloqueados, num processo por suspeita de desvio de recursos da Administração (Prefeitura) de Maringá-PR. O bloqueio, que atinge as contas do ex-voleibolista, da sua sogra, Maria do Carmo Panza, do advogado Rogério Rodrigues e da Maringá Volei, empresa presidida pelo ex-atleta de 43 anos, foi determinado pela 2ª Vara da Fazenda Pública de Maringá.
A acção foi proposta pelo Ministério Público (MP) em função de dois eventos de voleibol financiados pela prefeitura de Maringá em 2014: a Liga Mundial de Voleibol (foram dois jogos da Selecção Brasileira contra a Polónia) e da Taça do Brasil de Voleibol. Os eventos custaram 880 mil reais (69,2 milhões de kwanzas) ao município, mas foram comprovados apenas 204 mil reais ( 16,05 milhões de kwanzas) pela empresa, de acordo com o Ministério Público. A empresa de Ricardinho, a Volei Brasil Centro de Excelência, mais conhecida pelo nome fantasia, Maringá Volei, foi a organizadora por indicação da Confederação Brasileira de Voleibol.