Jornal dos Desportos

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Ex -chefe de Hamilton e Vettel indicado para liderar Renault

01 de Outubro, 2015

Francês Vasseur pode assumir o posto

Fotografia: AFP

Prestes a concluir a compra da Lotus e voltar à Fórmula 1 como proprietária da equipa, a Renault começa a estruturar o seu conjunto, que deve contar com Alain Prost como uma espécie de chefe -consultor, papel desempenhado por Niki Lauda na Mercedes. Outro que está a ser cogitado como possível chefe da equipa, é um velho conhecido das categorias de acesso, o francês Frederic Vasseur.

Mesmo não sem experiência na Fórmula 1, Vasseur é um chefe de equipa de sucesso na GP2 e GP3 com a ART GP, conquistou títulos com Lewis Hamilton, Nico Rosberg, Valtteri Bottas, Nico Hulkenberg e Esteban Gutierrez, além de ter trabalhado também com Sebastian Vettel e Pastor Maldonado, que está confirmado na equipa para 2016.Não é a primeira vez, que o nome de Vasseur é cogitado, para a Fórmula 1. Quando a FIA abriu vagas para novas equipas, em 2010, o francês era um dos interessados, mas decidiu que entrar sozinho com o seu projecto, não era boa ideia. De facto, das três equipas que entraram naquele campeonato (HRT, Caterham e Manor, todas com outros nomes na época), apenas a última sobrevive.

Prestes a concluir a compra da Lotus e voltar à Fórmula 1 como proprietária da equipa, a Renault começa a estruturar o seu conjunto, que deve contar com Alain Prost como uma espécie de chefe -consultor, papel desempenhado por Niki Lauda na Mercedes. Outro que está a ser cogitado como possível chefe da equipa, é um velho conhecido das categorias de acesso, o francês Frederic Vasseur.

Mesmo não sem experiência na Fórmula 1, Vasseur é um chefe de equipa de sucesso na GP2 e GP3 com a ART GP, conquistou títulos com Lewis Hamilton, Nico Rosberg, Valtteri Bottas, Nico Hulkenberg e Esteban Gutierrez, além de ter trabalhado também com Sebastian Vettel e Pastor Maldonado, que está confirmado na equipa para 2016.Não é a primeira vez, que o nome de Vasseur é cogitado, para a Fórmula 1. Quando a FIA abriu vagas para novas equipas, em 2010, o francês era um dos interessados, mas decidiu que entrar sozinho com o seu projecto, não era boa ideia. De facto, das três equipas que entraram naquele campeonato (HRT, Caterham e Manor, todas com outros nomes na época), apenas a última sobrevive.

Continuidade
Jenson Button reforça decisão


Com o seu futuro indefinido, várias são as informações que têm surgido à volta do piloto inglês, Jenson Button, sobre a possibilidade de deixar a Fórmula 1 no fim da temporada 2015, ou até mesmo,  trocar de equipa no próximo campeonato. Embora tenha assegurado que ainda não definiu nada, ele garantiu que não vai trocar a McLaren por nenhuma outra equipa, se continuar na principal categoria do automobilismo mundial, apesar do péssimo campeonato da equipa neste ano.  A McLaren está longe de ser competitiva, em 2015, tanto que só somou 17 pontos em 14 provas realizadas. Mas Button garante que nem pensa deixar a equipa que ingressou em 2010, no ano seguinte ao seu único título mundial, assegurado pela extinta Brawn GP.

"Não me sentiria bem, estar em qualquer outro lugar, depois de tantos anos juntos. Especialmente depois de um ano tão difícil, como o que nós estamos a passar agora. Isso realmente  uniu-nos", disse. "Se eu estiver a correr na F1 em 2016, vai ser 100 por  cento com a McLaren. Eu sinto que esta equipa vai conseguir no futuro, só não sei quando será", completou.

Mesmo com a indefinição, Button garante que sente-se confortável, além de garantir que a sua felicidade vai  guiá-lo na decisão a tomar na Fórmula 1, onde disputou a sua temporada de estreia em 2000, ou em outra categoria do automobilismo. "Eu não me sinto velho, se 35 anos é estar velho,  acho que eu estou a fazer um trabalho muito bom. E quando sair da Fórmula 1, há tantas coisas que quero alcançar, talvez também em outro tipo de automobilismo", disse.