Jornal dos Desportos

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Modalidades

FAX quer mais competitividade nas provas

14 de Março, 2017

Enquanto isso, os atletas José Francisco (Núcleo de Viana) e Vanderson Dias (Progresso do Sambizanga), ficaram em 2º e 3º lugares, respectivamente.

Fotografia: José Cola

O vice-presidente da Federação Angolana de Xadrez, Gabriel Boaventura, disse domingo em Malanje, que a sua agremiação quer mais competitividade dos atletas nos campeonatos nacionais e outras competições internas, por forma a melhorar e estimular a massificação da modalidade no país.

Em declarações no acto de encerramento da 3ª edição da Taça Cabeto, em xadrez, que a província acolheu durante cinco dias, precisou que o nível competitivo dos atletas durante a competição foi satisfatório, mas podia ser melhor, daí a necessidade de se imprimir mais dinâmica nas próximas competições.

Como disse, urge a FAX e a organização da Taça, trabalharem para que a 4ª edição prevista para 2018 seja mais competitiva e mais forte, para  produzir resultados que elevem o ranking dos atletas.

Por outro lado, Gabriel Boaventura disse ser pretensão da Federação e da Associação provincial de xadrez, resgatar a mística da modalidade que Malanje já ostentou em tempos idos, por isso, esforços estão a ser envidados a vários níveis para  concretizar-se esse desiderato

Precisou que face a isso, há um projecto do governo de Malanje, ainda em fase de crescimento, que contempla o relançamento do xadrez.  Referiu que tendo em conta que devido a complexidade da mesma modalidade para que os atletas atinjam a maturidade, tudo está a ser feito com vista a ultrapassar -se todos os constrangimentos.

Apesar disso, considerou que o xadrez na província dá provas de evolução, embora, os jogadores locais tenham ficado nas últimas posições da Taça Cabeto, o que requer melhorias sobretudo nos aspectos de abertura e finais de partidas, aspectos estes que requerem tempo e participação em vários torneios.

A Taça Cabeto em Xadrez contou com a participação de 11 atletas das províncias de Malanje, Luanda, Uíge e Benguela,  o mestre internacional e campeão africano David Silva, conquistou o terceiro título consecutivo. Enquanto isso, os atletas José Francisco (Núcleo de Viana) e Vanderson Dias (Progresso do Sambizanga), ficaram em 2º e 3º lugares, respectivamente.