Jornal dos Desportos

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Modalidades

Federao altera estrutura tcnica

Silva Cacuti - 07 de Outubro, 2014

Calabeto disse que, para o xito das duas novas modalidades,

Fotografia: Jornal dos Desportos

A entrada do skateboard e do inline no leque de modalidades a movimentar pela Federação Angolana de Patinagem (FAP) vai obrigar a uma reestruturação da sua área técnica, admitiu Carlos Alberto Jaime "Calabeto", presidente da instituição.Os praticantes de skate e inline (patins em linha) têm surgido de forma espontânea nalguns pólos da cidade de Luanda e de algumas províncias. A iniciativa motivou a disputa dos primeiros campeonatos nacionais das especialidades, no âmbito do festival de desportos radicais "speed sem limites" que a Baía de Luanda acolhe de 9 a 12 do corrente.

"Vamos ter de reestruturar algumas opções do nosso conselho técnico, mas tudo é uma questão de superação dos nossos quadros", disse.Calabeto disse que, para o êxito das duas novas modalidades, a FAP vai contar com a colaboração da Federação Internacional de Rollers Sport (Firs), de patrocinadores, países  e todas as sensibilidades que já estão nestas modalidades há bastante tempo.A superação de técnicos e de juízes, defendeu, pode ser concretizada no país ou em outros países mais avançados, como Colômbia, Chile, Espanha, Itália ou EUA.

O skate é um desporto que consiste em deslizar sobre o solo e obstáculos equilibrando-se numa prancha, chamada shape, dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados  trucks. Com o skate, executam-se manobra de baixo a alto grau de dificuldade.
O inline (patins em linhas) é dentre as modalidade de patinagem a mais desenvolvida. Consiste no facto de utilizar os patins para a execução de manobras de todos os tipos e em todos os locais sem limites definidos. A modalidade requer patins específicos, geralmente, mais resistentes e com encaixes próprios para  executar as manobras.Em Angola, a única especialidade da patinagem federada é o hóquei em patins.       


REGRAS  DO SAFETY CAR
Villeneuve
pede mudanças


Jacques Villeneuve pediu mudanças no tocante ao procedimento a ter com relação à utilização  do safety car,  durante as corridas de Fórmula 1. Para o ex-piloto da categoria, campeão em 1997, o carro de segurança deve entrar na pista, logo após qualquer acidente, o que podia  ter evitado o grave problema sofrido por Jules Bianchi, da Marússia, no GP do Japão.

“As regras à respeito do carro de segurança devem ser mudadas. Quando corria (na Fórmula 1) e depois, sempre me disseram que devia  haver um safety car, todas as vezes que houvesse um acidente. Já devia ser assim, faz tempo. Nos EUA, sempre foi desse jeito”, afirmou Villeneuve.

O canadense também criticou quem pensa que as corridas perdem emoção, se o safety car entrar muitas vezes na pista durante uma mesma corrida.

“O problema é que todas as vezes nas quais a FIA autoriza o safety car, toda a imprensa e os fãs reclamam e dizem que a corrida foi destruída. Sim, às vezes a prova fica mais lenta, mas pelo menos  evitam-se  casos como o de domingo”, comentou.Para Villeneuve, a Fórmula 1 teve “sorte” de não registar um acidente grave antes devido às limitações para a entrada do safety car.