Jornal dos Desportos

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Federao cumpre calendario

Gaudncio Hamelay-Lubango - 21 de Março, 2016

Carlos Rosa est satisfeito

Fotografia: Santos Pedro

O presidente da Federação Angolana Atletismo disse no sábado no Lubango que a realização de provas de âmbito nacional nas províncias constitui uma visão estratégica de descentralização de competições traçado pelo órgão que dirige, para permitir a participação de maior número de atletas e expandir a modalidade em todo território nacional.

Carlos Rosa falava a margem da realização do Nacional de Estrada na distância de 15 kms, manifestou-se satisfeito pelo cumprimento de mais uma etapa inserida no calendário de provas nacionais, embora não consiga abranger as 18 províncias.“É o cumprimento do que está calendarizado na área técnica e dentro da visão estratégica da Federação, a descentralização em termos de realizar provas de âmbito nacional.

Não conseguimos estar nas 18 províncias que compõem o mosaico nacional, mas para algumas provas específicas vamos manter alguns lugares para possibilitar maior afluência de atletas. Este ano, viemos novamente ao Lubango”, frisou.O dirigente federativo revelou existir alguma contestação em relação ao Huambo no concerne ao nacional de corta mato, mas sente que a localização geográfica daquela província possibilita a aderência da maior parte das pessoas envolventes.

 Acrescentou que dentro das competições nacionais é o campeonato que tem tido maior participação de atletas das diversas províncias. Explicou que quem está no Moxico, Bié, Cuando Cubango, consegue deslocar-se ao Huambo. “Logicamente ainda vamos realizar algumas provas no centro e sul do país em detrimento de outras partes do território nacional, atendendo que se formos fazer provas no leste do país e no norte há sempre uma diminuição muito grande de participações”, pontualizou.

Argumentou que a algumas provas que se realizam no sul do país, não é vontade do órgão reitor da modalidade, naquilo é a sua visão. “Por isso, vamos mantendo algumas provas aqui no sul, embora que não é vontade da Federação, dentro da sua visão estratégica de descentralização de provas de âmbito nacional”, referiu Carlos Rosa.