Jornal dos Desportos

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FIA repreende Sebastian Vettel por linguagem imprria

15 de Abril, 2014

O alemo preferiu minimizar o convite para reunir-se com o presidente da FIA durante o GP do Bahrein:

Fotografia: AFP

Sebastian Vettel tem de tomar cuidado com a língua. Além de não estar a fazer o início de época de sonhos, o tetracampeão mundial foi repreendido pela FIA por declaração durante o GP da Malásia. Na ocasião, declarou que “o ruído produzido pelos propulsores é uma m...”. Numa carta enviada pelo chefão ao piloto, Todt afirmou que defende a liberdade de expressão, mas ressaltou o seu descontentamento contra Vettel pelo tipo de linguagem não adequado.

O alemão preferiu minimizar o convite para reunir-se com o presidente da FIA durante o GP do Bahrein: “É bastante normal ter uma reunião após algumas corridas. O sr. Todt vai continuar  aqui no Bahrein, por isso faz sentido aproveitar a oportunidade para falar sobre muitos assuntos”, garantiu Vettel. Vettel também rebateu as críticas dos adeptos, que atribuíram as suas declarações ácidas à falta de bons resultados na temporada:

“Sei que algumas pessoas acham que não gosto do som porque ainda não venci, mas não me importo com isso. Mantenho a minha opinião. Sou um apoiante da Fórmula 1 antiga. Sempre defendi, que se você tem algo a dizer, deve fazê-lo. Não é  de bom tom começar a fingir de repente”, disparou, em entrevista à revista alemã “Auto Bild”. Apesar da polémica que a situação criou, Christian Horner, chefe da RBR, disse que não se importa com as declarações dos seus pilotos:

“Todos os pilotos estão autorizados a expressar as suas próprias opiniões. Sebastian expressou a dele, e acho que ninguém deve condenar um piloto por isso. Outros pilotos concordam com ele. Há diferentes opiniões e toda a gente tem o direito de tomar alguma posição”, disse Horner.

Privacidade
de Schumacher


A privacidade de Michael Schumacher na Clínica Universitária de Grenoble, onde o alemão se encontra internado desde Dezembro devido a um grave acidente de esqui, foi desrespeitada por dois indivíduos que procuraram tirar fotografias ao antigo piloto de Fórmula 1. Fontes daquela unidade hospitalar confirmaram ao diário “Bild” que o incidente ocorreu há duas semanas e  ao que tudo indica, teve como protagonistas familiares de outros pacientes que acabaram  por ser detectados e travados pelos seguranças antes de fotografar  Schumacher. As fotos tinham como destino as redes sociais ou a comunicação social.