Jornal dos Desportos

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Garantida ampliação de Roland Garros

27 de Maio, 2013

Franceses querem manter o prestígio do seu torneiro

Fotografia: AFP

A Federação Francesa de Ténis (FFT) e o município de Paris asseguraram, sábado último,  que a ampliação do complexo de Roland Garros deve estar concluída em 2018, apesar do processo que decorre num tribunal administrativo por pressão de grupos ecologistas.

“Temos o dever de ser bem-sucedidos nesta modernização para assegurar a continuidade de um evento que contribuiu na projecção mundial do nosso país. Queremos oferecer uma jóia maravilhosa a um dos maiores eventos desportivos do mundo”, assumiu o presidente da FFT, Jean Gachassin.

O projecto para Roland Garros compreende uma ampliação da superfície do torneio de 8,5 para 12,5 hectares, a construção de um teto retráctil no “court” Philippe Chatrier e de um novo “court” de 1.400 metros quadrados, com cinco mil lugares.

A remodelação, que vai custar 340 milhões de euros, devia estar concluída em 2016, mas o atraso nas obras faz fixar em 2018 a data da inauguração do novo espaço na Porte d’Auteuil, no oeste parisiense.

O atraso deve-se, entre outros factores, à decisão do Tribunal Administrativo de Paris de rejeitar o acordo assinado entre a FFT e o consórcio de Roland Garros, num processo movido por grupos ecologistas que estão contra a ampliação, que vai ocupar parte dos jardins de Auteuil.

A edição de 2013 do Grand Slam francês arrancou ontem e termina com a consagração do vencedor masculino a 9 de Junho.

Equipa Mercedes discute acordo

A Mercedes está a conversar com a Williams sobre o fornecimento de motores de Fórmula 1 a partir de 2014, afirmou ontem, Toto Wolff, chefe da montadora.

A Mercedes já tem contratos para suprir a própria equipa, a Force India e a McLaren no ano que vem, mas esta última equipa anunciou que vai ressuscitar a parceria com a Honda em 2015.

“Está claro que vamos perder um cliente em 2015, e para a Mercedes é importante ter uma clientela fixa, pelo menos três clientes de 2015 em diante”, declarou Wolff aos repórteres no Grande Prémio de Mónaco. “É por isso que estamos tendo conversas com as equipas, e a Williams é uma delas”.

“Seria para 2014. Ninguém assinaria um acordo de um ano com ninguém”, acrescentou o austríaco, cuja equipa ocupou as duas vagas da primeira fileira para o GP.