Jornal dos Desportos

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Modalidades

Grcia quer Grande Prmio

28 de Agosto, 2014

O chefe da Fórmula 1, Bernie Ecclestone  revelou em entrevista à CNN que está em negociações para realizar uma etapa de rua da F-1 na Grécia
Mesmo com uma situação financeira nada favorável, o país tem interesse em fazer parte da temporada da modalidade e o GP podia receber o nome de GP do Mediterrâneo.

A FOM  inclusive podia já  receber o registo uma vez que a empresa é responsável pelos direitos comerciais na categoria de automobilismo.
“Os gregos estão interessados. Eles querem que eu vá até lá e me encontre com o primeiro-ministro ou com o prefeito. Agora, precisamos de descobrir se eles podem garantir o dinheiro necessário”, disse.

De acordo com informações da própria CNN, o investimento para realizar uma etapa de Fórmula 1 anda em torno de USD mil milhões, já que era necessário construir uma pista nova e suportar  a taxa cobrada pela FOM - com validade de dez anos. O local da prova podia ser a cidade de Keratsini-Drapetsona.

“O maior benefício para o nosso país era dar ao mundo a oportunidade de ver o porto mais histórico do Mar Mediterrâneo. O nosso primeiro-ministro manifestou total apoio à iniciativa de organizar a prova e está ansioso para o início das recomendações das federações internacionais”, disse o arquitecto da pista e funcionário da empresa responsável pelo projecto, Athanasios Papatheodorou.

RAIKKONEN

O piloto da Ferrari, Kimi Raikkonen está optimista para o resto da temporada da Fórmula 1, após conquistar o quarto lugar na etapa de Spa-Francorchamps, disputado no último domingo na Bélgica. Essa foi a primeira vez que o finlandês chegou à frente do companheiro de equip, o espanhol Fernando Alonso.

O piloto espera agora que a Ferrari passe a mostrar melhor rendimento nos próximos GP’s. “Pouco a pouco, estamos a ficar mais fortes e isso em todas as áreas. Não é apenas motor e componentes electrónicos. Com certeza, nós não temos o mesmo downforce de outras equipas. É o pacote”.

Questionado se a Ferrari estava mal, o piloto negou. “Não somos fracos em todas as áreas, mas não somos bons ainda o suficiente, apenas isso. Nós perdemos em alguns pontos. No carro por exemplo, podemos dizer que perdemos em aderência aerodinâmica, mecânica e força também”, finalizou Raikkonen.