Jornal dos Desportos

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Modalidades

Huambo regista crescimento da modalidade

Gaudêncio Hamelay, no Lubango - 16 de Janeiro, 2015

Huambo regista crescimento da modalidade

Fotografia: Arimateia Baptista

 A constatação é do treinador do Petro do Huambo, José Cangovi, que pretende ver os clubes a abrir mais equipas para puder facilitar a realização de competições internas que actualmente é disputado por números inferiores.

 “Mas de lá para cá tem vindo a crescer. Prova disso, é este resultado que estamos aqui a participar. No Huambo competimos no provincial com 4 equipas masculinas e hoje estamos aqui a disputar o 3º e 4º lugares depois de jogarmos nas meias-finais diante da poderosa formação do 1º de Agosto. Isto é para dizer que estamos entre os quatro melhor do país”, regozijou-se.

 De acordo com o técnico da equipa do planalto central se assim aconteceu é porque fez-se um bom trabalho. Por essa razão, apelou ao governo provincial do Huambo olhar para esta modalidade.

 “Cabe a direcção da Juventude e Desportos também velar pela modalidade de andebol, porque os treinadores e atletas tem feito o seu trabalho. Agora, falta quem de direito dar o seu apoio”, referiu.

 José Cangovi apelou as autoridades governamentais do Huambo a apoiar o desporto de maneira a que a província esteja sempre bem representada em qualquer desporto principalmente no andebol.

 “Amamos a modalidade e não queremos que ela morra. Com grande sacrifício estamos a trabalhar, então, que o governo faça sua parte. Isso é o mais importante para nós incentivadores da modalidade de andebol no Huambo”, pediu.


Avaliação
Olga considera fraco
nível dos "nacionais"

 A treinadora da equipa feminina do ASA (campeão destronado), Olga Mendes, apontou ontem, no Lubango, que o nível técnico competitivo das formações participantes nos nacionais de andebol em juvenis, em ambos os sexos, foi mais fraco comparativamente a edição passada.

Olga Mendes, referiu que o nível competitivo baixou visto que houve equipas que sofreram goleadas muito exageradas de 70 a 20 golos.

 “Estes nacionais em relação a edição passada foram os mais fracos porque as outras equipas o ano passado deram mais réplica comparativamente a este. Faço essa avaliação porque o nível baixou um pouco visto que houve goleadas muito exageradas de 70 a 2 golos”, realçou. Para ela, os treinadores devem trabalhar mais na aposta desses jovens, enquanto as direcções dos clubes são chamados a responsabilidade de velarem pelos escalões de formação em vez de prestar apenas a máxima atenção escalões seniores.  Com a vitória de ontem diante da Casa Pessoal do Porto do Lobito de 20-19, o ASA contentou-se com o terceiro lugar da tabela classificativa geral.