Jornal dos Desportos

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Hulkenberg volta à Force India

05 de Dezembro, 2013

Dirigentes da Force India voltam a apostar no piloto alemão para regressarem aos tempos áureos em que foram o sextos classificados

Fotografia: AFP

O piloto alemão da Fórmula 1, Nico Hulkenberg, vai deixar a equipa suíça Sauber para correr de novo pela Force India em 2014, anunciou a equipa indiana sediada na Grã-Bretanha. Nico Hulkenberg assinou por “vários anos”, com a formação do multimilionário indiano Vijay Mallya, depois de “assediado” pela Ferrari no verão passado, até à contratação do finlandês Kimi Räikkonen, campeão do Mundo em 2007. O alemão foi o décimo classificado no Campeonato do Mundo deste ano, volta assim ao seio da Mercedes, que vai continuar a fornecer os motores à Force India. “Estou feliz por voltar à Force India. A equipa alimenta grandes ambições para o próximo ano; penso que a experiência que acumulei vai ajudar-nos a alcançar os nossos objectivos. Estou convencido de que podemos ser competitivos em 2014”, afirmou ‘Hulk’ num comunicado da equipa indiana, na qual alinhou como piloto de reserva em 2011 e titular em 2012.

O regresso do piloto alemão deixou o patrão da equipa feliz e afirmou que em 2012 “ficou claro que Nico possuía um talento excepcional”. “Ele não parou de impressionar todos com o seu desempenho esta temporada”, acentuou Vijay Mallya. Apesar do talento de Hulkenberg, quarto na Coreia do Sul e quinto em Itália, esta época, a Sauber perdeu um lugar na classificação entre 2012 e 2013, passou da sexta para a sétima posição do campeonato de construtores. Nesse período, a Force India subiu da sétima para a sexta posição, graças às prestações de um outro alemão, Adrian Sutil, e do escocês Paul di Resta, que pode estar de saída para a Sauber.

Motores
Whitmarsh crente
na competitividade


Com a troca dos motores V8 pelos V6 turbo, a expectativa é que os propulsores ganhem importância na F1 em 2014 em detrimento da aerodinâmica.Até ao momento especula-se, que a Mercedes saiu a frente, e construiu o equipamento mais eficiente. Bom deve ser para as equipas, que contam com ele no ano que vem, como a McLaren, que faz seu último ano com a parceira alemã, antes de ser empurrada pela Honda.O chefe da McLaren, Martin Whitmarsh desconversa. «Vamos mesmo ter um motor competitivo? Eu não sei», respondeu o dirigente à Speed Week. «Há muitas pessoas no ‘paddock ‘que parecem ter uma pista, mas eu não  tenho os dados para isso», continuou.O que Whitmarsh sabe é que a Mercedes utilizou muitos recursos na preparação dos novos motores. «O que sei sobre os recursos e sua organização, suponho que fazem um bom trabalho e que os recursos foram bem utilizados, então acredito que podemos ser competitivos», concluiu.