Jornal dos Desportos

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Inscries selectivas despertam interesse

Rosa Napoleo - 06 de Dezembro, 2014

Inscries selectivas despertam interesse

Fotografia: Jornal dos Desportos

A prova selectiva denominada Angola National Pro Jiu-Jitsu, que acontece à 13 deste mês aqui em Luanda, já conta com um número acima da media desejada.
Os competidores vão disputar  uma vaga na lista da convocatória, que vai averbar apenas quatro atletas, correspondente ao número de faixas (Branca, Azul, Rocha e Marron).

Conforme o programa de competições, os aletas lutam entre si na primeira ronda. Os vencedores competem os absolutos e só os que subirem ao pódio podem disputar a vaga.     
                                                                                                                                                                                                                                              
O director técnico para a área do jiu-jitsu brasileiro, Emiro Sangela, disse ao Jornal dos Desportos, que já foi criada uma comissão denominada “Coapro” com a finalidade de trabalhar em todos os aspectos técnicos, afim de se conseguir as melhores selectivas a nível de África.

“O nosso objectivo é conseguir neste mundial um resultado que satisfaça as nossas ambições. Por isso, pensamos fazer provas de selecção e somente os melhores vão constar da lista definitiva”.

O dirigente confirmou  ainda que a Federação vai actuar como a principal patrocinadora, proporcionar os prémios monetários, passagem e estadia durante o tempo que durar a competição. “Este privilégio vai abranger apenas os atletas campeões de absoluto por cada cinturão de peso. Mais do que os prémios, a competição mundial de Emirados Árabes Unidos, será o primeiro evento internacional da modalidade que o país participa como Selecção”.

Emiro Sangela, encoraja os atletas que ainda não efectuaram as   suas inscrições para o fazerem até o dia 10 de Dezembro. “Reforçamos o convite aos atletas de todas as Academias de Angola a virem participar desse momento único e histórico para o jiu-jitsu em Angola”, apelou.