Jornal dos Desportos

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Juan Carlos Ferrero vira caddie de Garcia

22 de Novembro, 2014

Juan Carlos Ferrero vira caddie de Garcia

Fotografia: AFP

De quem? Do número seis do Mundo, o compatriota Sérgio Garcia. A dupla de espanhóis, ambos de 34 anos, vai fazer equipa no próximo mês, no Open da Tailândia, com responsabilidades acrescidas, uma vez que Garcia defende o título.

“Ele [Ferrero] está excitado com tudo isto”, disse aquele que é um dos melhores golfistas do Mundo. “Já tinha jogado golfe com ele algumas vezes, mas nunca tinha sido o meu caddie. Falámos sobre isso e ele decidiu avançar”, explicou ainda Garcia.

Resta referir que Juan Carlos Ferrero (foi nº 1 em 2003 e vencedor de Roland Garros) substitui Katharina Boehm na função de caddie. A “senhora” é nada mais que a mulher do golfista, que o ajudou a ganhar na Tailândia em 2013.


COPA DAVIS
Lesão de Federer obriga
Wawrinka a liderar Suíça


Conhecido pela fragilidade emocional e tropeços na Copa Davis, o suíço Stan Wawrinka vai  precisar de força, para jogar igual para igual com os melhores tenistas este ano, se quiser ajudar a Suíça a vencer a França na final da Copa Davis.

Com a lenda, e com Roger Federer a sofrer de dores nas costas, Wawrinka vai ter de assumir a responsabilidade e aguentar a pressão, algo que nem sempre conseguiu durante a carreira na equipa nacional.

Há anos a viver na sombra do lendário compatriota, Wawrinka chamou as atenções esta época ao conseguir dar um fim à hegemonia no circuito do “Big Four”, composto por Novak Djokovic, Rafael Nadal, Federer e Andy Murray.

A revolução começou em Janeiro, quando Stan conquistou o primeiro Grand Slam da carreira na Austrália, ao  dominar nas quartas de final Djokovic e na final a Nadal, um adversário que ele nunca bateu anteriormente. Nenhum título de Grand Slam tinha escapado ao “Quarteto Fantástico” desde o triunfo do argentino Juan-Martin del Potro no Open dos Estados Unidos-2009.

A boa fase continuou no Mónaco, onde o dextro de Saint-Barthélemy conquistou o seu primeiro Masters 1000 ao derrotar na final o compatriota e ídolo nacional Federer.

Número três do mundo depois de Melbourne, Wawrinka termina o ano na quarta colocação no ranking da ATP, uma recompensa merecida depois de uma grande temporada. Com as cores da Suíça vestido na Copa Davis, o caminho de Stan sempre foi mais sinuoso.