Jornal dos Desportos

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Kreuziger livre de acusaes

24 de Setembro, 2014

Roman Kreuziger foi ilibado das acusaes de doping que pesavam sobre ele que levaram sua suspenso temporria em Agosto

O Comité Olímpico Checo ilibou   o ciclista Roman Kreuziger das acusações de doping, que levaram  a que fosse suspenso provisoriamente pela União Ciclista Internacional (UCI) em Agosto.

O comité checo explica, no seu site, que "os valores do passaporte biológico não ultrapassam os valores basais (extremos)", pelo que não se justifica a suspensão provisória decidida pelo organismo máximo do ciclismo.

"Foram consideradas as posições apresentadas pela União Ciclista Internacional e pelo ciclista, que explicam as alegadas anomalias", adianta ainda o comité.
As situações de passaporte irregular remontam a 2011 e 2012, mas só este ano Kreuziger teve problemas com isso, a partir do momento em que foi notificado pela UCI, no final de Maio.

Após ser oitavo na Volta à Suíça, ganha pelo português Rui Costa, foi a própria equipa, a Tinkoff-Saxo, que não o escalou para a Volta a França, prova em que foi quinto em 2013.

A suspensão provisória foi comunicada a 2 de Agosto, impedindo-o de correr a Volta a Polónia, a Volta a Espanha e ainda os Campeonatos do Mundo.
O recurso para o TAS, logo de seguida, tinha sido infrutífero, já que o tribunal arbitral deu razão à UCI. O caso ainda não está fechado, já que corre a partir de hoje mais um mês para recurso.

UNIÃO
A BMC provou domingo que a união é melhor do que a soma das partes, ao impedir a Omega Pharma-Quickstep de conquistar o seu terceiro título consecutivo, ao vencer o contra-relógio por equipas dos mundiais de ciclismo.

“Outsider”, a formação norte-americana, surpreendeu as grandes favoritas ao ouro no "crono" por equipas de Ponferrada2014, aliando-se num verdadeiro bloco para chegar a um ouro que, à partida, parecia entregue aos campeões em título que, no entanto, tiveram de se contentar com o bronze, atrás dos australianos da Orica-GreenEdge, que repetem a prata de Florença2013.

Com o norte-americano Tejay Van Garderen como nome mais sonante, a BMC, composta pelo australiano Rohan Dennis, o suíço Silvan Dillier, os italianos Daniel Oss e Manuel Quinziato e o eslovaco Peter Velits, o totalista de títulos mundiais por equipas (tinha sido campeão em 2012 e 2013 com os belgas), fez um contra-relógio perfeito, ainda com piso seco, e cumpriu os 57,1 quilómetros em 01:03.29 horas.