Jornal dos Desportos

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Lotus est apreensiva com o grande prmio do Canad

05 de Junho, 2014

O venezuelano Pastor Maldonado completou apenas trs provas do Mundial, todas fora da zona de pontuao.

A equipa da Lotus acredita que vai ter dificuldades em equiparar o ritmo dos rivais no Grande Prémio do Canadá de Fórmula 1, neste fim de semana em Montreal. O Circuito Gilles Villeneuve que recebe a categoria, é conhecido pelas longas rectas o que não beneficia a equipa de Pastor Maldonado e Romain Grosjean.

De acordo com o chefe da equipa, a pista em Montreal deve ressaltar as fraquezas do E22, modelo criado pela Lotus para o Mundial de 2014, impulsionado pelos motores da Renault. As unidades de potência fornecidas pela montadora francesa apresentaram problemas no início da época e ainda não superadas em desempenho pelas da Mercedes.

"Na pista deve ser um desafio para nós porque o circuito não parece ser adequado aos nossos actuais pontos fortes, mas vamos descobrir em breve se este é o caso ou não", disse o director da equipa, que tenta evoluir no Mundial de Fórmula 1 depois de um início em que enfrentou muitos problemas.

Os dois principais resultados da Lotus na época foram os oitavos lugares de Romain Grosjean nos Grandes Prémios de Espanha e do Mónaco, as duas últimas etapas do calendário. O venezuelano Pastor Maldonado completou apenas três provas do Mundial, todas fora da zona de pontuação.

Haas planeia
estreia em 2016


Gene Haas tem a aprovação da Federação Internacional de Automobilismo para participar da Fórmula 1 no próximo ano, porém o norte-americano confirmou que vai estender os trabalhos da sua equipa para estrear-se no Mundial em 2016."O plano é lançar a equipa em 2016 e estamos totalmente comprometidos com isso. Mas não há qualquer dúvida sobre o andamento de tudo. Teremos uma grande equipa, porque vamos ter tempo para planear e criar um espaço para a engenharia em Kannapolis", afirmou  à "Forbes".

A base da nova equipa também é em Kannapolis, na Carolina do Norte, local que abriga a equipa de Haas na Nascar. Além da sede nos Estados Unidos, a nova equipa também vai ter uma base na Europa para facilitar a locomoção em provas no continente. Apesar de estar ansioso para competir, Haas garante que estrear-se em 2016 é o certo para garantir uma preparação melhor.

“Em cerca de um mês, temos tudo pronto e, com mais um mês, teremos toda a parte operacional para começarmos a trabalhar com a F-1. Do ponto de vista pessoal, eu gostaria de iniciar no Mundial do ano que vem. É difícil sentar aqui e dizer não. O primeiro ano é sempre mais difícil, mas acho que esperar por mais uma época, provavelmente, será importante e penso que estaremos muito melhor preparados", completou o dirigente.De acordo Haas, o atraso também acontece devido à demora em estabelecer uma sede na Europa. Inicialmente, o plano era ter uma base em Milão, na Itália, mas o plano foi descartado e o local mais apontado passou a ser a Inglaterra.