Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Modalidades

Luanda lança projecto em Março

Álvaro Alexandre - 12 de Fevereiro, 2014

Lançamento do projecto “Xadrez como ferramenta do progresso

Fotografia: Jornal dos Desportos

A direcção da Associação Provincial de Xadrez de Luanda (APXL) anunciou ontem em conferência de imprensa realizada nas suas instalações que vai fazer o lançamento do projecto “Xadrez como ferramenta do progresso no ensino e aprendizagem”, no próximo dia 1 de Março, no Instituto Médio Industrial de Luanda (IMIL). O novo instrumento de massificação consta das linhas de força avançadas pela APXL para o quadriénio 2013/2017.

O presidente de direcção, Domingos Ferraz, avançou que estão criadas as condições necessárias para o arranque do projecto dirigido à classe estudantil. Na primeira fase, é implementado apenas nas escolas (públicas e privadas) dos municípios de Viana, Cacuaco, Cazenga, Belas e Luanda. A execução tem a duração de sete meses e estende-se até 30 de Setembro.

Domingos Ferraz disse que o projecto pode ser abrangente a todo o país, desde que os espaços naturais de desenvolvimento da modalidade sejam identificados para a sua aplicação. 

“Vamos aprofundar os contactos com as nossas congéneres para identificarem as escolas com condições para a aplicação do projecto”, prometeu.
A Associação Provincial de Xadrez de Luanda vai trabalhar com as direcções de 50 instituições escolares da capital. Os pólos de desenvolvimento seleccionados para dar rosto à iniciativa são Polivalente Aldanuel, IMNE Marista, IMIL, Alda Lara, Juventude em Luta, Elizângela Filomena, 1º de Maio, Ngola Nzinga, Nzinga Mbandi e Ngola Kiluanje.

“Vamos centralizar as nossas questões na introdução do xadrez educativo como ferramenta intelectual e metodologia de como aprender a jogar o xadrez. O desenvolvimento cognitivo do aluno e o grau de assimilação positiva são prioritários. A última fase do processo é preenchida com competições, análises de partidas e avaliação do nível de assimilação”, concluiu.
ÁLVARO ALEXANDRE