Jornal dos Desportos

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Mallya perde acções da Force India

29 de Fevereiro, 2016

Vijay Mallya perdeu 42,5% das acções da Force India por conta de uma dívida

Fotografia: AFP

De acordo com o The Hindustan Times, Vijay Mallya perdeu a sua fatia de 42,5% das acções da Force India por conta de uma dívida.A Force India conseguiu se manter na F1, mas a equipa de Nico Hülkenberg e Sergio Pérez não está mais nas mãos de Vijay Mallya. De acordo com o jornal indiano ‘The Hindustan Times’, o acordo da equipa com a Diageo encerrou o envolvimento do empresário com a equipa.

Segundo a publicação, a Watson Ltd., empresa que detém a fatia de Mallya na equipa da F1, é agora de propriedade da Diageo por conta de uma dívida de Usd 135 milhões  o Standard Chartered Bank, da qual a empresa de bebidas era avalista. Desde o fim do ano passado, a Force India tinha uma batalha judicial com a Diageo. Além da Johnnie Walker, a marca britânica também é dona de da Smirnoff – patrocinadora da Force India desde 2014 – e da cerveja Guiness. De acordo com a publicação, a Watson tem uma fatia de 42,5% da equipa. Outros 42,5% são de Subatra Roy, mas a Sahara colocou as acções a venda recentemente para tentar tirar o empresário da cadeira.

 A companhia, que trabalha justamente com serviços financeiros e de Tecnologias da Informação, acumula dívidas de aproximadamente 14 mil milhões. Isso levou Roy, o chefe da empresa, à cadeia em Março de 2014, de acordo com as leis indianas. Para a empresa, resta vender vários de seus activos — este em particular valendo aproximadamente 400 milhões. Os 15% restantes das acções da empresa estão com a família Mol, envolvida com a equipa desde a era da Spyker.

DIRECTO DA SAUBER
MINIMIZA ATRASO

O director-técnico da Sauber, Mark Smith avaliou que o atraso na estreia do C35 não vai ter grande impacto na performance da equipa em 2016. Novo carro será exibido apenas amanhã, terça-feira.Director-técnico da Sauber, Mark Smith acredita que o atraso na estreia do carro de 2016 não terá um impacto na performance da equipa suíça. Na primeira bateria de testes da pré-temporada, a equipa de Felipe Nasr e Marcus Ericsson usou o modelo de 2015.

 O C35, entretanto, vai estrear na próxima terça-feira, primeiro dia da segunda bateria de testes da pré-temporada.  Falando à publicação inglesa ‘Autosport’, Smith afirmou que o impacto do atraso não será muito grande. "Não acho que vá nos prejudicar muito”, avaliou. “Se tivéssemos uma folha de papel em branco e nenhuma mudança no cronograma das corridas, nós estaríamos nos dois testes, mas não estamos”, seguiu.

“Ao invés de focar muita energia nos preocupando com isso, nós decidimos extrair o máximo possível do carro velho que fosse relevante para 2016”, explicou. “Se tivermos um meio decente com o novo carro, estaremos bem”, garantiu. Após os primeiros testes em Barcelona, Nasr também avaliou que a equipa não sairia muito prejudicada do atraso do novo carro, já que pôde completar um trabalho importante mesmo usando o bólido antigo.
 Assim como o brasileiro, Smith acredita que foi útil rodar com o C34, especialmente para recolher informações sobre os pneus. Em quatro dias de testes, Nasr e Ericsson completaram um total de 432 voltas.