Jornal dos Desportos

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Maurren Maggi brinda cinco anos

23 de Agosto, 2013

Maurren Maggi comemorou, na última quinta-feira, os cinco anos da medalha olímpica de prata,

Fotografia: AFP

 A brasileira entrou para a história ao saltar 7,04 metros e não deixou a data especial passar despercebida.
“Hoje faz cinco anos que fui abençoada por Deus com a minha medalha olímpica! Só tenho a agradecer à minha família e ao meu povo brasileiro por me apoiar!”, escreveu Maurren.

A conquista da prata foi o melhor momento da carreira de Maggi, apesar de não representar a sua melhor marca de 7,26m, registada em 1999, quando se tornou recordista sul-americana.

Aos 37 anos, Maurren Maggi ainda não sabe se vai ter condições de disputar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Ela não conseguiu a classificação para o último Mundial de Atletismo, realizado recentemente em Moscovo. A brasileira precisava da marca de 6,65m, conseguiu saltar apenas 6,21m, no Grande Prémio de Belém, Brasil.


ESPERANÇA CUBANA
Atleta Orlando Ortega
deserta em Moscovo


Orlando Ortega, a esperança cubana para os Jogos Olímpicos do Rio-2016, desertou da delegação que disputou o Campeonato do Mundo de Moscovo, disse a TV russa, citando fontes da Federação Cubana de Atletismo.

Ortega, de 22 anos, é considerado sucessor de Dayron Robles, ex-recordista mundial dos 110 metros barreiras, que se desligou da selecção olímpica cubana e mudou-se para a Europa para competir pelo clube Mónaco.

Em nota, a Federação de Atletismo confirmou a deserção de Ortega, que havia sido eliminado na primeira fase da competição em Moscovo, com o tempo de 13s69. Ele foi o sexto nos Jogos Olímpicos de Londres’2012 e chegou a ter a terceira melhor marca do circuito neste ano, com 13s08.

Ao longo dos anos, muitos outros desportistas cubanos aproveitam as competições no exterior para fugir do regime comunista da ilha, em busca de carreiras mais lucrativas no profissionalismo.

A Federação Cubana de Atletismo disse que as atitudes como a de Ortega “nada têm a ver com os princípios que nos inspiram e sempre serão repudiadas”.
Outrora uma potência desportiva, Cuba ficou apenas em 23º lugar no Mundial de Moscovo, com uma medalha de prata e duas de bronze.


JOGOS DO RIO’2016
WADA ameaça vetar
participação da Jamaica


Agência Mundial Antidoping (Wada) ameaçou impedir a participação da Jamaica nos Jogos Olímpícos de 2016, no Rio de Janaeiro e de outras competições desportivas.

A instituição exige uma resposta oficial para as acusações feitas pela ex-directora geral do Comité Antidoping do país, Renée Anne Shirley, segundo informações do jornal Marca. Shirley alegou recentemente à revista Sports Illustrated que políticos e dirigentes desportivos da Jamaica ignoraram as advertências de que o velocista Asafa Powell e outros quatro atletas haviam acusado positivo de substâncias proibidas. A antiga dirigente avisou às autoridades que aquele era “um desastre iminente”, mas não foi  levada à sério.

O director da Wada, David Howman pediu  ao governo jamaicano que  investigue com urgência as declarações de Shirley. Caso contrário, a Agência Mundial pode  considerar que o país caribenho não cumpre com a legislação antidoping e pode  impedir a participação dos atletas jamaicanos em qualquer competição desportiva.