Jornal dos Desportos

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McLaren anuncia mudanças

23 de Junho, 2016

Capito é o comandante da equipa alemã no Mundial de Rali

Fotografia: AFP

O actual chefe do sector do desporto a motor da Volkswagen, Jost Capito, foi contratado no início do ano pela McLaren, para assumir o posto de director -executivo, mas dadas as actividades com a marca alemã, não pode iniciar o trabalho. A previsão, segundo ele, é começar após a pausa do Verão europeu.

O futuro director -executivo da McLaren, na F1, Jost Capito espera poder juntar-se à equipa inglesa, após a pausa de Verão na Europa, após meses de incerteza sobre quando ia assumir o cargo de chefia na equipa de Woking.Actualmente, Capito é o comandante da equipa alemã, no Mundial de Rali. O acordo com a McLaren foi anunciado em Janeiro, mas havia certa dúvida sobre em que momento o dirigente pudesse estar na Woking. Isso, porque Capito procurava um substituto para o seu cargo.

O chefe revelou na terça-feira  dia 21, durante um evento da FIA na Itália, que a dificuldade de encontrar um novo nome para Volkswagen adiou os seus planos com a McLaren. " Este ano", disse Jost ao ser perguntado sobre quando começa os trabalhos dna equipa inglesa."Será no fim de Agosto, começo de Setembro", completou, deixou claro que deve iniciar as actividades num período próximo ao GP da Itália, que acontece a 4 de Setembro.

 Embora estivesse presente em algumas corridas deste ano, Capito admitiu que não teve tempo para observar melhor o trabalho da McLaren. "É enorme o trabalho que faço na Volkswagen. Não é só o rali, temos outras competições, mas estou realmente ansioso por começar a fazer parte da McLaren", disse.

PILOTO ALEMÃO
DEFENDE PERIGO

Sebastian Vettel entende que a F1 precisa de manter um elemento de perigo, para continuar popular, apesar de todos os avanços importantes com relação à segurança dos carros. O piloto da Ferrari entende que o desporto necessita de mostrar os pilotos como seres especiais .
Segundo colocado  no Grande Prémio da Europa, no fim de semana, Sebastian Vettel entende que a F1 precisa de manter um elemento de perigo, para permanecer popular, mas afirmou que o desporto, por outro lado, não pode ignorar o avanço dos itens de segurança.

 Questionado sobre como fazer isso, o tetracampeão disse que as altas velocidades e a noção de que se trata de uma competição perigosa, são factores importantes e que cativam as pessoas há anos. Para o alemão da Ferrari, esse continua a ser o caminho."O que me fascinou quando era criança foi a velocidade, por isso, acho que um dos pilares centrais para a F1 é investir nisso. É a paixão pela velocidade. Quer dizer, ou você tem ou não. E a sensação de velocidade em curva, por exemplo, ainda é incrível na F1, e isso, tem feito parte da história deste desporto", afirmou o ferrarista durante um evento da FIA, nesta semana, em Turim.