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Mrquez favorito na corrida de Itlia

Altino Vieira Dias - 01 de Junho, 2019

Piloto espanhol ao servio da Repsol Honda alvo de elogios pela imprensa nipnica e mundial

Fotografia: DR

A fiabilidade, a velocidade de ponta e a consistência do piloto, é tudo na Moto GP. A Repsol Honda tem todos esses requisitos, pois o motor Honda e o espanhol Marc Márquez, estão a correr num nível de uma outra “galáxia”.
O piloto da Repsol Honda (Márquez) vai para a Itália como o demolidor, o mais temido e o homem do topo no campeonato. Márquez lidera o campeonato com 95 pontos, seguido do italiano Andrea Dovizioso, da Ducati, com 87 pontos, e do espanhol Álex Rins, da Suzuki. Com um ritmo “galaxial”, nas seis corridas realizadas até agora no Qatar, Argentina, Estados Unidos da América, Espanha e França, a maior parte dos amantes da modalidade está a apostar em mais uma vitória no piloto.
Marc Márquez teve apenas uma disputa 'mano-a-mano', mota-a-mota e equipa-a-equipa no Grande Prémio do Qatar com “Dovi” (Dovizioso), com o italiano a levar a melhor. Nos Estados Unidos, uma queda retirou-lhe a possibilidade de vencer pela segunda vez o campeonato, o que fez com que o piloto quebrasse a hegemonia que tem em Austin, nos Estados Unidos, há mais de quatro anos.
Na Argentina, Espanha e em França só foi correr, pois bateu com todo o mérito todos os opositores, sem lhes dar quaisquer hipóteses de se chegarem a ele.
Marquez “voa” para a Itália com a vitória em mente, pois os acontecimentos do Qatar e da América não se podem repetir neste país, mas ele deve ter em conta a fúria dos pilotos da casa. Andrea Dovizioso e Danilo Petrucci, ambos da Ducati, Valentino Rossi, da Yamaha, e também dos pilotos da Suzuki, que estarão à espreita.
O “el niño” bonito da Repsol Honda (Márquez) está a mostrar um bom trabalho na equipa e no campeonato, apesar de ser muito cedo ainda para definir quem será campeão. Os  fãs da modalidade acreditam mesmo, que este título de 2019 não escapará das mãos de Marc Márquez.
Se, por um lado, a imprensa nipónica e a mundial estão fazer rasgos elogios a Márquez; por outro, todas as críticas negativas estão a cair sobre o capacete do seu  colega, o também espanhol, Jorge Lorenzo que não tem justificado os “balões\" de \"kumbu\" (expressão angolana para designar dinheiro), que lhe é pago. A sua transferência da Ducati para a Repsol Honda não está a funcionar, pois está a falhar muito.
O melhor resultado de Lorenzo foi um 11º lugar no último Grande Prémio, realizado na França, porque no Qatar posicionou-se no 13º, na Argentina (12º). Na tabela classificativa, ocupa apenas o 14º lugar com apenas 16 pontos contra os 95 de Márquez. Acredita-se que a Repsol Honda não vai repetir os erros do passado, limitando o espaço disponível para a saída de Lorenzo e a entrada de um outro piloto, como aconteceu anos e anos com Dani Pedrosa.
Os fãs da Repsol pedem aos “bosses” da equipa, para exigiram que Lorenzo faça de tudo, para lançar a equipa rapidamente para um título, antes do fim do campeonato, porque, com este passo de “camaleão” com que Lorenzo está a correr, a equipa ainda pode vir a perder a luta pelo título de construtora para  a Ducati, já que os pilotos desta estão em constante sincronismo, embora "Dovi" esteja com 75 pontos e Petrucci com 57.
No campeonato de Moto GP, na Itália mais propriamente, o fãs dos quatro cantos do mundo, aguardam por uma melhoria do resto das equipas, em relação à Repsol Honda, para termos um campeonato bem mais competitivo.
O desejo dos amantes da modalidade é assistir a lutas acirradas entre os pilotos, ultrapassagens de cortar a respiração e chuva para quebrar um pouco a monotonia, já que muitos acreditam, que a monotonia será o “prato do dia”, com Marquez à frente.
A pergunta mais ouvida de momento é: serão os pilotos da Ducati, Suzuki e Yamaha capazes de bater a Repsol Honda de Márquez, no Grande Prémio da Itália, que se disputa este domingo? A ver vamos.