Jornal dos Desportos

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Novak Djokovic ganhou a Ward

28 de Junho, 2016

Novak Djokovic busca mais um título

Fotografia: AFP

Melhor jogador do mundo nos últimos anos e grande adversário a ser batido, Novak Djokovic estreou em Wimbledon em busca de mais um título na época com vitória sobre o tenista da casa James Ward. Com parciais de 6/0, 7/6 (3) e 6/4, Djoko despachou o adversário em pouco mais de duas horas.

Avassalador, o sérvio entrou na quadra motivado pela conquista de Roland Garros e em busca do terceiro título de Grand Slam no ano. No primeiro serviço, Djoko teve três aces e um saque não devolvido pelo rival. No primeiro set, 6/0 e pneu sem dó para o número um da ATP após menos de meia hora.

A jogar no seu país e com muito apoio da claque britânica, Ward endureceu o segundo set e entrou na o tenista levou a partida para o tiebreak e perdeu por 7/3 em parcial de quase uma hora. Na parcial decisiva, Djokovic conseguiu uma quebra no segundo saque de Ward e sacou com tranquilidade para fec partida. Com uma quebra devolvida no quinto game - comemorada pelo público como um título -har a vitória com um belo ace. O britânico jogou muito bem e saiu de quadra muito aplaudido pela claque.

APÓS WIMBLEDON
Garbiñe Murguruza
pode ser nova líder


Serena Williams e Garbiñe Muguruza, líder e vice-líder do ranking da WTA, podem trocar de posição ao final do torneio de Wimbledon, desde que a espanhola seja campeã do terceiro Grand Slam da época e a norte-americana não chegue à final.Ontem, Serena foi confirmada por mais uma semana no topo da lista, com 8.330 pontos, enquanto Muguruza é a segunda classificada, com 6.712. As duas fizeram a última final na grama londrina, com vitória da representante dos Estados Unidos. A grande novidade no ranking nesta semana é a volta da tcheca Petra Kvitova ao top-10, em décimo lugar. A campeã de Wimbledon em 2014 foi beneficiada pela queda da suíça Belinda Bencic, que foi da oitava para a 13ª posição.

1. Serena Williams 8.330 pontos.
2. Garbiñe Muguruza 6.712.
3. Agnieszka Radwanska 5.875.
4. Angelique Kerber 5.330.
5. Simona Halep 4.372.
6. Victoria Azarenka 4.191.
7. Roberta Vinci 3.405.
8. Venus Williams 3.116.
9. Madison Keys 3.061.
10. Petra Kvitova 2.876.

 WIMBLEDON
Serena Williams descarta pressão


Serena Williams prepara-se para voltar a conquistar um Grand Slam, após um ano a demonstrar certa instabilidade e com resultados um tanto ou quanto inconvincentes, já que a tenista número um do mundo vem de uma série de conquistas, incluindo o torneio britânico em 2015.Desde a conquista de Wimbledon no ano passado, quando superou a espanhola Garbiñe Muguruza na grande final, Serena Williams não ganha um Grand Slam. No Open dos Estados Unidos, a tenista da casa caiu na meia -final, e no Open da Austrália e de França somou dois vice-campeonatos.

“Sinto-me bem e com muita confiança. De verdade, não sinto nenhuma pressão. Cheguei a Londres na segunda-feira, então tive tempo de sobra para treinar na relva. Nos Estados Unidos treinei apenas em piso duro, mas a relva não está tão rápida como há dez anos. Fiz a mesma preparação outras vezes e sempre funcionou”, comentou Serena Williams. A actual melhor tenista do mundo também revelou as  expectativas para Wimbledon.

Segundo ela, é sempre uma grande experiência competir no torneio mais tradicional do desporto, que neste ano chega à histórica edição 130.“Disfruto a jogar na relva. Wimbledon é o único torneio do circuito que disputo nesta superfície. Para mim, é uma experiência única,  uma vez ao ano tenha a sorte de disfrutar desse piso”, completou.

JANELA OLÍMPICA
A MENOS DE 40 DIAS DOS JOGOS
Centro de ténis e o Metro com obras ainda por acabar



O Centro Olímpico de Ténis para os Jogos Olímpicos 2016 no Rio de Janeiro e a linha de Metro de acesso ao local do evento estão por finalizar,  a menos de 40 dias do início da competição. Dados da câmara municipal do Rio de Janeiro enviados à agência Lusa, revelam que 7 por cento das obras para o Centro Olímpico de Ténis ainda estão por acabar, bem como 2 por cento das obras de um hotel a cargo da autarquia.

O centro de ténis, que chegou a ser citado como um exemplo, foi a primeira obra a ser iniciada em Outubro de 2013, mas ficou pelo menos de 35 milhões de reais (9,34 milhões de euros) mais cara, após alterações ao projecto original. A obra chegou a ser parcialmente interditada, por falta de segurança para os operários, e foi também interrompida durante protestos de trabalhadores, provocados por atrasos nos pagamentos. Em Janeiro, a autarquia substituiu o consórcio responsável pela obra.

Porém o Velódromo, considerada uma das construções mais difíceis devido à engenharia complexa que envolve, foi a obra que mais preocupações gerou, entre atrasos, protestos de trabalhadores e cancelamento de eventos -testes.Orçado em 118 milhões de reais (30,9 milhões de euros), o Velódromo tem agora um custo de 143 milhões de reais (37,5 milhões de euros).

Entre as obras "não olímpicas", está ainda por terminar a Linha 04 do metropolitano, composta por seis estações que ligam a Barra da Tijuca, bairro que vai ser palco de grande parte das competições, a Ipanema, na zona sul.A Secretaria dos Transportes do Estado do Rio de Janeiro disse à Lusa, que a obra "chegou a 96 por cento de conclusão e é inaugurada  a 1 de Agosto".