Jornal dos Desportos

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Director Adjunto: Policarpo da Rosa
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Participantes criticam organizao

06 de Janeiro, 2020

Alguns participantes da 64ª edição da corrida pedestre de fim de ano São Silvestre de Luanda, mostraram-se descontentes com a organização, devido a pouca água nos postos de refrescamento.
Para Rui Simões, que correu na classe individual, esperava que a organização estivesse melhor no que toca a quantidade de água nos postos de refrescamento, atendendo o calor que se faz sentir na cidade de Luanda.
Carla Gonçalves, atleta não federada, lamentou o sucedido onde realçou ter recebido água de um grupo de populares que se encontrava concentrado nas imediações da avenida Ho-Chi-Min.
Muitos dos participantes chegaram desidratados a meta, alguns prontamente socorridos pelos técnicos do Instituto Nacional de Emergências Médicas de Angola (INEMA).
Agastados com  a situação, alguns grupos organizados, em sinal de protesto, abandonaram o recinto muito antes da cerimónia de premiação oficial nas quatro classes - masculina, feminina, paralimpica e veteranos.
A corrida partiu do Largo da Mutamba, seguindo o trajecto largos Serpa Pinto e da Maianga, Avenida Revolução de Outubro, túnel do Prenda,  Ho-Chi Minh, Largo das Heroínas e da Independência Nacional, Alameda Manuel Van-Dúnem, Avenida Comandante Valódia, Rua da Missão, Cirilo da Conceição, Avenida 4 de Fevereiro, Largo do Baleizão, rua Manuel Fernando Caldeira e chegada no Estádio Municipal dos Coqueiros.
O Comité organizador colocou sete postos de refrescamento para os atletas, localizados no ponto de partida, defronte ao Hospital Psiquiátrico, Clínica Girassol, detrás das instalações da TPA, Farmácia  Kinaxixe, Comando Geral da Polícia Nacional e Estádio Municipal dos Coqueiros,  fim do percurso.