Jornal dos Desportos

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Petro e Namibe abrem as meias-finais

Rosa Panzo - 27 de Janeiro, 2018

A primeira meia-final dos campeonatos nacionais de voleibol de sala

Fotografia: Edies Novembro

Petro de  Luanda e Atlético do Namibe disputam, hoje, às 10h00, na Arena da Refriango, a primeira meia-final dos campeonatos nacionais de voleibol de sala em juniores masculinos e feminino, que decorre desde o dia 22 do corrente.
Determinadas a marcar presença na final a disputar-se amanhã, as duas maiores equipas candidatas à conquista do troféu chegam ao clássico no melhor da sua forma desportiva. Os namibenses estão com tudo para derrubar os petrolíferos e garantir uma vaga na final diante do 1º de Agosto.Noutra meia-final masculina, o 1º de Agosto defronta o Sporting Bié, às 12h00, numa partida em que ambas procuram assegurar o passe para a final.
As partidas referentes ao terceiro lugar estão agendadas para amanhã a partir das 10h00. A final feminina é disputada às 13h00 e a masculina às 15h00.
A entrega de prémios acontece às 17h00, seguido de acto de encerramento. Jogam os nacionais de juniores, as equipas do 1º de Agosto, Petro de Luanda, Atlético do Namibe, Sporting do Bié, Núcleo de Malanje e Escola Portuguesa.

EM FEMININO

Na classe feminina, os jogos realizam-se em simultâneo com os masculinos, seguindo o mesmo padrão. No primeiro, o Petro de Luanda joga com o Atlético do Namibe e no segundo, as militares defrontam o Sporting do Bié.

FRACO NÍVEL
COMPETITIVO

André Pereira, membro da comissão organizadora dos campeonatos nacionais, defende que as equipas apresentam os níveis competitivos fracos, nessa fase da competição júnior, em relação às jornadas anteriores.
\"O nível competitivo nesse escalão está muito aquém do esperado. Só existe equilíbrio entre as duas equipas de Luanda. O Atlético do Namibe é a única \"outsider\" que faz frente ao Petro de Luanda e ao 1º de Agosto. Consideramo-lo como um forte candidato ao triunfo\", disse.
A qualidade técnica e física das equipas masculinas é débil. André Pereira justifica que a situação resulta \"do pouco trabalho técnico ao longo da época\".
Sobre as equipas provincianas, André Pereira sustenta que o desempenho fraco exibido nas competições nacionais está relacionado com a falta de apoio financeiro.\"Se os clubes não tiverem apoio financeiro, logo o desenvolvimento do trabalho não atinge a cem por cento. Notámos debilidades técnica e física em quase todas as equipas\", clarificou.