Jornal dos Desportos

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Powell e Simpson em vias de serem afastados dois anos

13 de Setembro, 2013

Os próximos meses das vidas de Asafa Powell e Sherone Simpson podem ser de amargar.

Fotografia: AFP

O teste deles deu positivo para substâncias ilegais durante a selectiva jamaicana para o Mundial de Moscovo, realizada em Agosto.

O jornal “Jamaica Gleaner” publicou a informação de que a Comissão Antidoping da Jamaica (JADCO) recebeu os resultados de laboratórios que comprovam que os cinco desportistas usaram substâncias ilícitas. Os cinco foram notificados pela JADCO e vão ser julgados pelo Tribunal Antidoping da Jamaica.

“Os resultados confirmaram a substância proibida encontrada na amostra A para os cinco atletas. Todos foram notificados e estão cientes do resultado analítico adverso encontrado na amostra B”, informou a JADCO.


Maratona de Lisboa
quer baixar recorde


A primeira edição da Maratona de Lisboa, integrada no circuito “rock ‘n’rol”, irá disputar-se a 6 de Outubro, entre Cascais e Lisboa, numa prova orçada em meio milhão de euros e que opta por um bónus aos atletas.

Carlos Móia, presidente do Maratona Clube de Portugal e o grande mentor das meias maratonas de Lisboa e Portugal, é o responsável pela prova ao longo do rio Tejo, num percurso delineado entre Cascais, Oeiras e Lisboa.

Quarta-feira, na apresentação do evento, Carlos Móia explicou a importância da prova no plano desportivo e para o turismo, como atracção internacional, e falou de objectivos. O presidente da Maratona referiu que a organização conta já com cerca de 2.500 inscritos, alguns dos quais com marcas bastante apreciáveis, mas referiu que o facto de não pagar “cachets” a atletas, mas sim “bónus”, dá-lhe outra componente.

“Nós não damos ‘cachets’ a ninguém, damos grandes prémios por tempo. Quem fizer menos de 2:06.00 horas, que não acredito, tem um prémio, 2:06.30 outro prémio, e por aí fora”, explicou.

Carlos Móia lembrou que, em 1985, o português Carlos Lopes correu a Maratona de Roterdão em 2:07.11 horas, então melhor marca mundial da distância, e disse que gostaria de ver cair esta marca em Lisboa, uma vez que em Portugal nunca se correu abaixo dela.

“Acredito, pelo nível dos atletas, que é possível. E por isso pagamos bónus por tempos de nível mundial”, justificou Carlos Móia.