Jornal dos Desportos

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Ricciardo valoriza adeptos do Brasil

06 de Novembro, 2016

Pilotos da Red Bull acreditam numa boa prova no Grande Prémio do Brasil

Fotografia: AFP

Ricciardo exaltou a energia dos fãs brasileiros durante as corridas e revelou que gosta da culinária. Além disso, o australiano declarou que a prova ficará ainda mais especial por ser a despedida de Felipe Massa, que disputará o GP do Brasil pela última vez na carreira na F1.

 “A atmosfera da corrida do Brasil é única, com um monte de barulhos e buzinas vindos de uma óptima plateia. Ainda mais neste ano, que é a última corrida do Felipe. É uma das minhas corridas favoritas por causa do traçado divertido da pista. Outra parte óptima do Brasil é a carne, pois lá tem comidas muito boas. Nossa última recomendação é pedir uma caipirinha. Elas são óptimas”, afirmou Daniel. Já Verstappen chamou a atenção para o traçado da pista de Interlagos, e diz que gosta de correr no Brasil. Assim como seu companheiro, o holandês também está ansioso pela comida brasileira, e tem vontade de conhecer mais sobre a cidade da corrida.

“Eu gosto da pista do Brasil, tem um formato especial, com pontos de alta elevação, e o sentido é anti-horário, o que sempre coloca um pouco mais de diversão ao desafio. A corrida é uma das mais especiais do calendário, pois tem muita história e bons momentos. Ainda não tive muita chance de conhecer São Paulo, e espero que este ano consiga explorar e ver um pouco da cultura local. Quando chegar, espero comer um bom churrasco”, completou Max.

Na última temporada, Ricciardo terminou na 13ª colocação no Brasil, enquanto Verstappen, que ainda defendia a Toro Rosso, chegou em 9º. Além da corrida em Interlagos, a Fórmula 1 ainda desembarca em Abu Dhabi, local da última prova de 2016.


Troca de equipa
 Alonso nega
arrependimento


A saída de Fernando Alonso da Ferrari no final de 2014 pode ter surpreendido a muitos que não imaginavam o espanhol trocando a prestigiada esquipa italiana para firmar o seu regresso a McLaren.  No entanto, o próprio piloto fez questão de afirmar a convicção da sua decisão na época, pois sabia que o ciclo precisava terminar e não via a equipa com condições de vitória.

“Sempre desejarei o melhor para a Ferrari. Fomos virtuais campeões em dois anos na última corrida e conseguimos três segundos lugares, mas as coisas hoje não chegam perto nem em sonho, pois eles são só quarto e quinto este ano. Foi uma bela fase que tinha que terminar, porque eu sabia em 2015 e 2016 a Ferrari não estava indo para vencer”, disse Alonso para o Motorsport.

Com relação a sua chegada até a McLaren, por onde ainda não conseguiu grandes resultados nas últimas duas temporadas, o espanhol afirma que confia no projecto de sua actual equipa, e ressalta que será preciso paciência para que a  equipa inglesa volte aos trilhos de conquistas.