Jornal dos Desportos

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Rio de Janeiro exclui "elefantes brancos"

31 de Julho, 2015

O município do Rio de Janeiro assegurou quarta-feira passada que as infra-estruturas em construção na cidade para servir os Jogos Olímpicos de 2016 não vão tornar-se “elefantes brancos” e permanecerão em uso após a competição.

Numa visita ao Parque Olímpico, na zona da Barra da Tijuca, o secretário executivo da Coordenação Municipal, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, defendeu que, a exemplo do que sucedeu em Munique, Sydney e Londres, o evento do próximo ano será a “Olimpíada do legado”.

O responsável especificou que as autoridades municipais tencionam converter as infra-estruturas (nove no total, duas das quais serão desmanteladas) em escolas, parques, hospitais e centros desportivos.

OBRAS QUASE CONCLUÍDAS

 Oitenta e cinco por cento das obras da Aldeia Olímpica que vai albergar os atletas que participam nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro estão concluídas, a pouco mais de um ano do evento, informaram hoje responsáveis pela organização do evento.

A Aldeia Olímpica, situada na região da Barra da Tijuca, a uma distância de quase três quilómetros do Parque Olímpico, inclui a construção de 31 edifícios de 17 andares, com um total de 3.604 apartamentos, que ocupam uma área de 800 mil metros quadrados. De acordo com fontes da empresa Ilha Pura, responsável pelo projecto, as obras estão concluídas no final de 2015, passando a aldeia olímpica a ficar sob a responsabilidade do Comité Olímpico Internacional (COI) por 17 meses, a partir de Março de 2016, para que nela se instalem 18 mil atletas e membros das delegações que vão participar nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Para-olímpicos.