Jornal dos Desportos

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Rssia tricampe mundial

03 de Agosto, 2015

Atletas da Rssia relegaram para segundo plano as rivais da China

Fotografia: AFP

A Rússia sagrou-se sábado pela terceira vez consecutiva campeã mundial de natação sincronizada de combinado, no nono dia dos Mundiais de natação que decorrem em Kazan.As russas obtiveram 98,300 pontos, relegando para a China para a prata (96,200) e o Japão para o bronze (93,800).No trampolim a três metros feminino a chinesa Shi Tingmao arrecadou a medalha de ouro e manteve o empate entre China e Rússia no topo das medalhas.

Cada um dos países tem oito medalhas de ouro, mas os asiáticos lideram com um total de 20 medalhas contra 12 dos russos.No último dia de competições de águas abertas, o italiano Simone Ruffini conquistou o seu primeiro título mundial, ao vencer a longa prova de 25 quilómetros, com o tempo de 4:53.10 horas.

Ruffini partilhou o pódio com o seu compatriota Matteo Furlan (4:54.38), medalha de bronze, e com o norte-americano Alex Meyer (4:53.15), que arrecadou a prata.Na prova feminina dos 25 quilómetros, a brasileira Ana Marcela Cunha repetiu o título conquistado em 2011, ao concluir a prova em 5:13.47 horas.A húngara Anna Olasz (5:14.13) e a alemã Angela Maurer (5:15.07) arrecadaram a prata e o bronze, respetivamente.

A Rússia sagrou-se sábado pela terceira vez consecutiva campeã mundial de natação sincronizada de combinado, no nono dia dos Mundiais de natação que decorrem em Kazan.As russas obtiveram 98,300 pontos, relegando para a China para a prata (96,200) e o Japão para o bronze (93,800).No trampolim a três metros feminino a chinesa Shi Tingmao arrecadou a medalha de ouro e manteve o empate entre China e Rússia no topo das medalhas.

Cada um dos países tem oito medalhas de ouro, mas os asiáticos lideram com um total de 20 medalhas contra 12 dos russos.No último dia de competições de águas abertas, o italiano Simone Ruffini conquistou o seu primeiro título mundial, ao vencer a longa prova de 25 quilómetros, com o tempo de 4:53.10 horas.

Ruffini partilhou o pódio com o seu compatriota Matteo Furlan (4:54.38), medalha de bronze, e com o norte-americano Alex Meyer (4:53.15), que arrecadou a prata.Na prova feminina dos 25 quilómetros, a brasileira Ana Marcela Cunha repetiu o título conquistado em 2011, ao concluir a prova em 5:13.47 horas.A húngara Anna Olasz (5:14.13) e a alemã Angela Maurer (5:15.07) arrecadaram a prata e o bronze, respetivamente.

JOGOS DE INVERNO
Ministro francês
felicita a China


O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, felicitou Pequim pela organização dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, noticiou ontem a agência de notícias chinesa Xinhua.“Estendo as minhas felicitações a Pequim pelo facto de a cidade ter sido escolhida para acolher os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022”, disse Laurent Fabius, num comunicado emitido no sábado.

“A excepcional mobilização das autoridades chinesas, assim como o profissionalismo e sucesso dos Jogos Olímpicos de 2008, contribuíram para esta escolha. Desejo os maiores sucessos aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 em Pequim e estou certo que estes vão efectivamente promover os valores universais do desporto”, acrescentou.O presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, anunciou na sexta-feira que Pequim vai organizar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, segundo a votação dos membros do organismo.

A capital chinesa vai tornar-se na primeira cidade a organizar os Jogos Olímpicos de Verão, em 2008, e de Inverno, depois de ter sido eleita em detrimento da capital do Cazaquistão, Almaty, pela maioria dos membros votantes do COI.

Depois de Sochi, na Rússia, ter acolhido a competição em 2014, a próxima edição dos Jogos Olímpicos de Inverno vai ser disputada em Pyeongchang, em 2018, antes da organização chinesa.