Jornal dos Desportos

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Sainz e Ricciardo descartados campees antes da poca 2020

30 de Agosto, 2018

Uma coisa certa, o que o piloto canadiano Jacques Villeneuve fez em 1996 e 1997, estava, est e estar bem marcado de maneira positiva nas nossas memrias.

Fotografia: AFP

A McLarem, a par da Ferrari, Williams, Red Bull e Mercedes, está entre as equipas com mais títulos na Fórmula 1. A McLaren obteve muito sucesso nos anos 80 e 90, pois é considerada uma equipa monumental. Por lá, já passaram grandes pilotos como Emerson Fittipaldi, James Hunt, Niki Lauda, Nigel Mansell, Mika Hakkinen, Kimi Raikkonen, Lewis Hamilton, Jeson Button e Fernando Alonso, que regressou em 2015. Em 2018, com o fim do seu casamento de três anos com a marca japonesa Honda, a chegada dos motores da Renault e a experiência de Fernando Alonso, muitos julgaram que muita coisa poderia mudar e voltar às vitórias. Mas tudo continua na mesma, em relação a poles e vitórias. E os fãs acreditam que a solução não passava por mudar de motor, visto que a própria Renault também estava atrasada. Que o diga a Red Bull Renault no ano passado, que em condições normais não aguentava seguir as pedaladas da Ferrari e da Mercedes. E vão mais longe, afirmando que Carlos Sainz Jr é um excelente piloto e não é por acaso que, em menos de dois anos, já passou por várias equipas. Mas não vai durar na McLaren, porque é um piloto ambicioso e procura algo que com certeza não vai encontrar na McLaren Renault.  Até a própria equipa Renault está a lutar apenas para o quarto lugar e a preparar todo o seu arsenal para o Mundial de 2020 ou 2021, pois acredita que poderá aparecer como forte candidata às vitórias e títulos. Será que esta teoria irá animar Ricciardo? Pois, se fosse para a Ferrari, já seria um forte candidato ao título do próximo ano. A esperança é a última coisa a morrer. Será que os propulsores Renault darão luta aos motores Ferrari e Mercedes já em 2019? Olha que um dos pilotos da Ferrari e da Mercedes, sairá em 2018 com o título mundial no seu \"curriculum\" e esperam levar esta batalha, até aonde for possível. E, para tristeza dos fãs de Hamilton, os ferraristas alegam ver uma luz verde no fundo túnel e que em Monza, casa da Ferrari, Sebastian Vettel irá liderar o campeonato, para não mais o largar e ainda que a Ferrari perca o campeonato de construtoras, ele será campeão. Mas uma coisa é ficção, imaginação e outra é facto real. E o real é que Lewis Hamilton continua a liderar o campeonato. Então, até lá, aguardemos pelo apagar das luzes vermelhas e o acenar da bandeira xadrez.  

ABORDAGENS INFELIZES

Como tem sido propalado na Fórmula 1, quando se fala em Jacques Villeneuve todo o mundo fica preocupado em saber qual será o tipo de “míssil“, que o filho do lendário malogrado piloto Gilles Villeneuve irá comentar, por ser bem conhecido pelos seus polémicos comentários. Muitos fãs alegam que ele tem que começar a rever bem os seus comentários, pois em alguns momentos ele é infeliz nas suas abordagens. E não nos surpreenderá, se um dia alguém chegar e dizer-lhe que deveria comentar menos sobre os outros e olhar bem para o seu passado, ou seja no fim da sua carreira inglória como piloto na Fórmula 1, após ter conquistado o vice-campeonato de 1996 e o campeonato em 1997. Estava constantemente a ser batido e ofuscado, pela nova gama de pilotos, como Jenson Button, Nick Heidfeld, Fernando Alonso e Felipe Massa.  Com comentários bons ou negativos, seria bom que ele não parasse de comentar tudo o que gira ou envolve o fantástico ‘circo’ do asfalto de Fórmula 1. Uma coisa é certa, o que o piloto canadiano Jacques Villeneuve fez em 1996 e 1997, estava, está e estará bem marcado de maneira positiva nas nossas memórias.