Jornal dos Desportos

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Modalidades

Silverstone está excluída

01 de Outubro, 2016

Segundo o portal Autosport, o contrato de Silverstone com a Fórmula 1 é válido até 2026

Fotografia: AFP

A empresa que opera o autódromo de Silverstone, que é a sede do Grande Prémio da Grã-Bretanha de Fórmula 1, pôs em dúvida a continuidade do circuito após 2019. Sob a alegação de que os gastos com o local  tornaram-se “muito altos”, o presidente da BRDC, Derek Warwick, cogitou usar uma cláusula de rescisão do contrato, para que o autódromo não receba mais corridas da modalidade, a partir da temporada de 2020.

Segundo o portal Autosport, o contrato de Silverstone com a Fórmula 1 é válido até 2026. Mas há uma cláusula de rescisão no contrato, que pode ser accionada pelo circuito ou por Bernie Ecclestone, presidente da modalidade

“Estamos a analisar se nós estaremos em 2019,  gostávamos de ter o GP, e se poderemos manter Silverstone sem o GP”, acrescentou Warwick, disse que o investimento nos últimos anos com o circuito foi de 50 milhões de libras. Segundo o operador, não houve o apoio do governo nem de patrocinadores para manter o autódromo.

“Chegamos a uma situação que  tornou-se muito cara para nós”, explicou Warwick. Apesar da cláusula de rescisão valer só a partir de 2019.