Jornal dos Desportos

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Taa de Angola junta atiradores na Hula

Hlder Jeremias - 18 de Setembro, 2014

Taa de Angola junta atiradores na Hula

Fotografia: Jornal dos Desportos

Os atletas têm previsão de chegada para as 9h00 ao Lubango e uma hora depois, os atiradores realizam uma sessão de treino livre.

A organização do evento  assegurou a confirmação dos atiradores inscritos, pelo que se prevê uma prova com grande intensidade competitiva. O Clube de Tiro e Caça e Pesca da Huíla tem as condições logísticas e administrativas salvaguardadas.

Pontuável para a quinta jornada do Campeonato Nacional de Fosso Olímpico e Taça de Angola, o certame tem agendado uma prova de “tiro nocturno” marcada para as 19h00 de amanhã, antecedida dos treinos livres e arrematação das armas.

No domingo disputa-se a final da Taça de Angola em pratos flash segundo a regra da ISSF (International Sportive Shooting Federation, em sigla inglesa).

Com Humberto Jorge como director da prova, fazem parte da comissão técnica Artur Anastácio, Albano Freitas e Emerson. O corpo de júri é constituído por Paulo Silva, Ricardo Lopes e Adelino Chaves. A mesa é composta por Etiane Castro, Carlos Rodrigues, Hildebrando Oliveira e Anselmo.


GESTÃO DA FAT
Ricardo Lopes
destaca empenho


Ricardo Lopes, vice presidente para a área técnica da Federação Angolana de Tiro elogiou o papel do actual presidente do órgão reitor da modalidade, Francisco Afonso “Hanga”, pela  dinâmica que está a imprimir no âmbito da requalificação desportiva.

O veterano confidenciou ao Jornal dos Desportos, que “durante os dois mandatos anteriores, a modalidade estava a regredir de forma considerável em termos organizativos, o que motivou grande apreensão no seio da classe sobre o futuro”. Ricardo Lopes sente-se encorajado pelo facto do número de atiradores jovens estar a crescer de maneira considerável, ao contrário do déficit de concorrentes que os torneios registavam, sobretudo, nos três últimos anos. Outro factor é a não realização de eventos relevantes.

“É uma constatação que em pouco tempo de trabalho do actual presidente, está a reflectir-se a normalização da situação do tiro. Ainda existe um caminho a percorrer, mas os indicadores encorajam-nos a dar a nossa quota parte para que as linhas de força esgrimidas pela direcção sejam colocadas em prática em plenitude”, advogou Ricardo Lopes.
HELDER JEREMIAS