Jornal dos Desportos

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Modalidades

Valorizado regresso da Argélia e do Egipto

12 de Julho, 2015

Angolanas partiram para o Quénia com o objectivo de conquistar o título africano depois de terem realizado uma boa preparação na capital do país

Fotografia: M.Machangongo

O responsável acredita numa mudança de mentalidade junto das federações daqueles países que antes davam primazia ao andebol masculino.

“Acho, que está a haver uma mudança de mentalidade e então já se dá espaço para as senhoras, isso, é muito bom. Vê-se que há uma intenção de relançar o andebol feminino, que começou na Tunísia e agora chega também ao Egipto e à Argélia, a modalidade sai a ganhar”, disse.

Pedro Godinho, disse, que a aparição destas equipas que durante algum tempo fecharam-se e que agora aparecem com bom nível competitivo, como vimos nas cadetes, vai ser benéfico, “estas provas apuram para os mundiais e quem se sagrar campeão já faz jogos de muito bom nível competitivo e precisará aplicar-se um pouco mais, algo que nem sempre acontecia”.

Para o andebol angolano o nosso entrevistado que é igualmente presidente da Federação Angolana de Andebol, disse tem de haver também mudanças na abordagem das competições.

"Temos de deixar de olhar só a Tunísia como adversário, mesmo em seniores, porque há uma intenção real de relançar o andebol feminino”, comentou.

O 22º campeonato africano de andebol em juniores feminino conta com as presenças das selecções nacionais de Angola, Quénia, Argélia, Tunísia, Egipto e RDC. Vai ser jogado em polé única a duas mãos.

Angola é a detentora do troféu continental.