Jornal dos Desportos

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Viñales desapontado com a Yamaha

08 de Julho, 2017

Vinãles liderou campeonato mundial desde início perdeu a liderança da MotoGP nas duas últimas provas

Fotografia: AFP

Depois de liderar o campeonato mundial desde o início, Maverick Viñales perdeu a liderança da MotoGP nas duas últimas provas, após um décimo lugar no GP da Catalunha e uma queda no GP da Holanda Depois disso, Viñales queixou-se da electrónica da Yamaha, depois de terminar em 11º na classificação, sob chuva em Sachsenring, e acha que o mesmo problema o segurou na corrida disputada em piso seco. O espanhol foi o quarto, e actualmente é o vice -líder do mundial.

\"De alguma forma, nas últimas corridas tivemos problemas, modificamos a electrónica e perdemos muita potência\", explicou Viñales. Toda a corrida, menos potência, menos potência e agora parece que precisamos de mais potência da electrónica. Em algumas corridas ficamos confusos, e precisamos de manter a mesma linha desde o início, a mesma electrónica. Mas mudamos muito durante todas as corridas.”

Continuando  a sua argumentação:\"eu acho que no domingo também não fomos também 100 por cento com a electrónica, assim como no molhado. Portanto, temos de trabalhar para obter a confiança que tivemos no início da temporada.\" Sachsenring marcou a segunda corrida seguida, que Viñales andou com o novo chassis da Yamaha, que testou pela primeira vez depois da corrida de Barcelona.

O espanhol disse que sentiu que o novo quadro não se adequa ao seu estilo de pilotagem, como o que começou o ano, mas disse que qualquer decisão de abandonar a solução ia exigir a aprovação da equipa também. \"Não é uma decisão que posso tomar sozinho, é em conjunto. Somos uma equipa e precisamos de ir na mesma direcção.” disse Viñales.

\"No momento, eu sinto-me bem, mas repito: Senti-me melhor, com a moto que eu tinha no início da temporada.\" Concluiu. Por sua vez, Jack Miller acertou a sua mudança para a Pramac Ducati para a temporada de 2018 da MotoGP, para  assumir a vaga de Scott Redding. O acordo de Miller com a Honda expira ao fim deste ano, mas não deve ser renovado – a empresa japonesa escolheu o seu apoio a Cal Crutchlow, da LCR.

Isso, significa que Miller precisou negociar directamente com a Marc VDS, em vez disso optou por juntar-se à Pramac, que sondava o australiano há alguns meses. O Motorsport.com apurou que Miller teve de informar a decisão à equipa italiana no domingo à tarde – caso contrário, a Pramac fechava com Tito Rabat, para a próxima temporada.

Em momento algum, a Pramac renovou o acordo com Redding, a sua melhor opção no momento parece ser um regresso à Marc VDS, por onde correu em 2015. Miller podia ser uma espécie de número dois na Pramac, com uma moto do ano anterior, enquanto que Danilo Petrucci recebia a 2018 Desmosedici após garantir a permanência.

Actual parceiro de Miller na Marc VDS, Rabat está determinado em mudar-se para a Avintia Ducati, onde deve utilizar uma das motos de 2017. Hector Barbera e Loris Baz estão entre os candidatos à outra vaga.