Jornal dos Desportos

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Capital do Mundial e seu lado turstico

Matias Adriano - 30 de Julho, 2013

Angola um pas de forte potencial turstico, um lado que durante muitos anos

Fotografia: Jornal dos Desportos

Situado na faixa austral do continente africano, Angola é um país de forte potencial turístico, um lado que durante muitos anos foi pouco explorado em face da situação de guerra vivida. Desde a conquista da paz definitiva em 2002 o país tornou-se mais atractivo para os seus habitantes e para aqueles que o visitam.

Os grandes certames que organiza nos últimos tempos, na maioria de foro desportivo, têm permitido mostrar àqueles que vêm de outras partes o seu potencial turístico. Em resumo, os locais de interesse turístico que o país dispõe não podem ser visitados numa única viagem, por serem inúmeros, reunindo cada um a sua particular atracção.

 O Campeonato Mundial de Hóquei em Patins é, sem dúvida, uma ocasião que o país espera aproveitar para mostrar o seu lado turístico. Espera-se que o Comité de Organização em cooperação com o Ministério de Hotelaria e Turismo consiga conceber alguns pacotes turísticos para preenchimento dos dias que estarão reservados ao descanso das equipas.

Afinal é uma forma de mostrar ao mundo a Angola real, distante daquela que os nossos “bons” amigos vendem ao estrangeiro, nas suas incursões que visam fins que só mesmo eles sabem. O fluxo de estrangeiros pode constituir uma soberana oportunidade para mostrar aquilo que é, realmente, o nosso país.
De resto, há muita coisa para mostrar. A província do Namibe, por exemplo, com as suas belas praias e paisagens, tem a vantagem de estar bem perto da vizinha Huíla, onde a Serra da Leba, a Tundavala, as cascatas da Humpata ou o Cristo Rei são verdadeiros lugares de romarias turísticas.
Desporto e turismo são duas áreas que se complementam. Daí que há toda a necessidade de se estudarem estratégias que façam com que com a realização do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins o país saia a ganhar com a captação de receitas para os cofres do Estado. E aqui, neste particular, o sector turístico tem um papel de relevo.

Não está quantificado o número de pessoas que estarão entre nós nos dias do campeonato, mas a contar com as 15 delegações, jornalistas, olheiros e outros interessados ao certame, podemos prever casa cheia. Daí que em termos de oferta de serviços reservados a turistas temos de estar suficientemente organizados.

A ABRIR  
Tudo nos eixos


Vitória é a palavra que define, cremos da melhor forma, o ponto da situação relativamente ao projecto Mundial de Hóquei em Patins e, mais em particular, no que concerne à edificação, em tempo certo, dos dois pavilhões que vão receber os jogos do certame.

O processo foi inicialmente vivido pela opinião pública, interna e externa, com sentimentos inconstantes e contraditórios, tendo começado pela euforia da conquista da organização, passando pela indiferença, chegando por fim a uma fase de cepticismo. Mas não há como fugir à realidade vitoriosa que nos contagia a todos de orgulho
Quando restam 51 dias para os patins começarem a rolar, as obras nos dois pavilhões estão a escassos dias de serem entregues, ao mesmo tempo que anima o empenho de outros sectores alheios ao Minjud, mas que têm intervenção directa na organização da prova.

Pode ser que no começo tenha havido alguns contratempos que causaram certo embaraço e desconforto aos organizadores da prova, mas a verdade é que hoje tudo se inverteu. O aço e o cimento transformaram os cenários em infra-estruturas credíveis. Os progressos estão bem à vista de todos.
Os avanços constatados hoje nas duas infra-estruturas construídas de raiz em Luanda e no Namibe dão o mote para que se caminhe no sentido da credibilização dos projectos, da crença no empenho do Executivo, que tem sido incansável na criação de condições objectivas e subjectivas para que tudo corra de feição.

Enfim, há motivos para sorrir, porque as coisas vão acontecer tal qual se previu de início. Isto é, a distribuição do certame equitativamente pelas duas cidades sedes. Ou seja, com duas séries a serem disputadas em Luanda e outras duas no Namibe, quando se sabe que a organização já chegou a aventar a possibilidade do Namibe ficar com apenas uma série.

Passou o cepticismo. A força dos homens foi determinante. O esforço que tem vindo a ser conjugado com técnicos e máquinas no terreno 24 horas ao dia leva-nos hoje a respirar de alívio e concluir que valeu a pena o desafio.

Vitória é a palavra que define, cremos da melhor forma, o ponto da situação relativamente ao projecto Mundial de Hóquei em Patins e, mais em particular, no que concerne à edificação, em tempo certo, dos dois pavilhões que vão receber os jogos do certame.

O processo foi inicialmente vivido pela opinião pública, interna e externa, com sentimentos inconstantes e contraditórios, tendo começado pela euforia da conquista da organização, passando pela indiferença, chegando por fim a uma fase de cepticismo. Mas não há como fugir à realidade vitoriosa que nos contagia a todos de orgulho.

Quando restam 51 dias para os patins começarem a rolar, as obras nos dois pavilhões estão a escassos dias de serem entregues, ao mesmo tempo que anima o empenho de outros sectores alheios ao Minjud, mas que têm intervenção directa na organização da prova.

Pode ser que no começo tenha havido alguns contratempos que causaram certo embaraço e desconforto aos organizadores da prova, mas a verdade é que hoje tudo se inverteu. O aço e o cimento transformaram os cenários em infra-estruturas credíveis. Os progressos estão bem à vista de todos.
Os avanços constatados hoje nas duas infra-estruturas construídas de raiz em Luanda e no Namibe dão o mote para que se caminhe no sentido da credibilização dos projectos, da crença no empenho do Executivo, que tem sido incansável na criação de condições objectivas e subjectivas para que tudo corra de feição.

Enfim, há motivos para sorrir, porque as coisas vão acontecer tal qual se previu de início. Isto é, a distribuição do certame equitativamente pelas duas cidades sedes. Ou seja, com duas séries a serem disputadas em Luanda e outras duas no Namibe, quando se sabe que a organização já chegou a aventar a possibilidade do Namibe ficar com apenas uma série.

Passou o cepticismo. A força dos homens foi determinante. O esforço que tem vindo a ser conjugado com técnicos e máquinas no terreno 24 horas ao dia leva-nos hoje a respirar de alívio e concluir que valeu a pena o desafio.
Matias Adriano


JORNALISTAS
Pedro Azevedo constata celeridade
na conclusão do pavilhão de Luanda

O coordenador adjunto da comissão executiva da 41ª edição do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, Pedro Azevedo “Chipita”, enalteceu ontem a eficiência dos técnicos da construtora Omatopalo, na conclusão do pavilhão Arena de Luanda, quando faltam 51 dias para o arranque do certame (de 20 a 28 de Setembro em Luanda e no Namibe).

Durante a sua visita da praxe ao pavilhão, realizada ontem à tarde, o responsável recebeu esclarecimentos pormenorizados que o deixaram satisfeitos, pois constatou que as áreas de serviço e a pista ficam em prontidão nos próximos dias.

Em declarações ao Jornal dos Desportos, Pedro Azevedo “Chipita” informou que fez uma abordagem sucinta, em função da sua agenda apertada e referiu que o trabalho está a decorrer com a devida celeridade, o que atesta a responsabilidade do empreiteiro e os seus funcionários.
Na agenda de trabalho de Pedro Azevedo consta ainda uma deslocação à província do Namibe, cujo pavilhão vai acolher jogos das séries B e D do Campeonato.
    Hélder Jeremias