Jornal dos Desportos

Director: Matias Adriano
Director Adjunto: Policarpo da Rosa
Modalidades

Embaixada em So Tom vai publicitar o Mundial

02 de Maio, 2013

Adidos de imprensa estiveram reunidos segunda-feira com comit organizador para divulgarem o mundial

Fotografia: Jornal dos Desportos

Apesar de São Tomé não fazer parte das 16 selecções apuradas para disputar o 41º Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, de 20 a 28 de Setembro próximo, em Luanda e Namibe, a embaixada de Angola naquele país vai publicitar o evento, numa revista bimensal a partir de Maio.

A informação foi prestada segunda-feira por Caetano Júnior, adido de imprensa daquela representação diplomática, após encontro em Luanda entre o Comité Organizador do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins (Cohoquei) e diplomatas nacionais da área da comunicação social colocados nas missões no exterior.  

O também jornalista desportivo disse que se trata de uma publicação genérica, mas em situações específicas como a realização do evento são produzidas matérias temáticas, alargando igualmente o espaço reservado ao desporto.

Caetano Júnior referiu que apesar de São Tomé estar fora do campeonato a embaixada faz o seu trabalho no caso de solicitação de informações sobre a organização, além da facilidade na cedência de vistos. O encontro realizou-se no Centro de Imprensa Aníbal de Melo e foi orientado pelo director Nacional de Comunicação Social, Rui Vasco. Teve como objectivo informar sobre o estado organizativo e o estabelecimento de parcerias na divulgação da competição inédita em África.  

No final, os adidos de imprensa ficaram incumbidos de publicitar o campeonato mundial,  facilitarem a cedência de vistos e prestarem o maior número de informações sobre Angola, entre as quais o processo de reconstrução nacional em tempo de paz, as potencialidades turísticas e culturais e a capacidade hoteleira em Luanda e Namibe, províncias sede da competição.

Sobre os ganhos, afirmou que além de se divulgar ainda mais Angola também vai permitir que o mundo saiba tudo sobre o país, o seu crescimento económico e poder organizativo. “Só o facto de estarem em Angola selecções como Argentina, Espanha, Portugal e Itália é por si só uma vantagem, na medida em que passam a conhecer melhor o trabalho que se realiza após a paz alcançada em 2002”, frisou.