Jornal dos Desportos

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Tunsia averba novo desaire e compromete melhoria

Antnio Ferreira - 14 de Janeiro, 2019

Fotografia: DR

A Tunísia, campeã africana em título, está de mal a pior no Mundial sénior masculino, ao averbar novo desaire, desta diante da Dinamarca, por 22-36 (10-19 ao intervalo), em prélio da segunda jornada inerente ao grupo preliminar  C.
 Os tunisinos, penúltimos com 0 pontos, têm comprometida a melhoria do décimo nono lugar alcançado em 2017, em França. Décima terceira presença em provas mundiais, de cujo histórico regista um quarto lugar em 2005, decide a continuidade no grupo de elite ante o Chile, Áustria e Arábia Saudita, oponentes perfeitamente digeríveis, mas que também estão na luta por uma vaga nos oitavos-de-final.
Nesta segunda-feira, os tunisinos tentam diante do Chile redimirem-se dos desaires e iniciar a desejada recuperação susceptível de conduzi-los a um lugar entre os candidatos à segunda fase. Dia 15 enfrentam a Áustria e fecham as preliminares frente a Arábia Saudita. 
Em sentido inverso corre a Noruega, vice-campeã em título  que, na ronda em referência, venceu a Arábia Saudita, por 40-21 (20-10 na primeira parte), puxou dos galões e precisou de pouco mais de dez minutos para demonstrar a sua força, deixando claro que só um acidente de percurso, ou um esforço milagroso dos sauditas, os afastaria da vitória.
No jogo da ronda, o Chile derrotou a Áustria, para o Chile, pela marca de 32-24 (perdia ao intervalo por 14-15), somando o seu nono triunfo em Campeonatos do Mundo e o terceiro frente à selecções do continente europeu, demonstrativo da sua progressão nestas lides. Com o triunfo, o Chile relançou a candidatura a uma vaga à segunda fase.
CANDIDATOS AO
TÍTULO MUNDIAL
CUMPREM “CADERNO
DE ENCARGOS”


No grupo “A”, Alemanha, França e Rússia cumpriram com o “caderno de encargos”, ao vencerem as equipas nacionais do Brasil (34-21), Sérvia (32-21) e Coreia do Sul (34-27).
Alemanha e França lideram ambas com 4 pontos, enquanto a Rússia é terceira com 3 pontos. A Sérvia é quarta com apenas 1 ponto, vindo depois o Brasil e Coreia do Sul sem pontuar.